Dec 12

Antes de ontem, 10, diversos serviços do Google, incluindo Gmail e Drive, enfrentaram problemas de acesso, o que também acarretou na queda do navegador Chrome.

Em uma publicação no fórum para desenvolvedores do Chromium, o engenheiro de software do Google Tim Steele explicou que os problemas surgiram devido a um erro na configuração de um servidor que acabou derrubando a plataforma Google Sync.

O Sync é um software desenvolvido pelo Google e que funciona em segundo plano, trocando informações entre os navegadores Chrome e os servidores do Google.

Desta forma, o serviço identifica os bookmarks, extensões e aplicativos do usuário, não importando qual computador está sendo utilizado para navegar na web.

O Google sempre afirmou que seus servidores eram fáceis de usar e menos propensos a erros do que software para desktops.

E embora um código web errado possa causar a queda de um navegador, este caso teve um fator a mais: os códigos do serviço baseado na nuvem designados para ajudar na navegação é que causaram a queda do Chrome.

“Ontem, identificamos um problema com o Chrome Sync, que resultou na queda do navegador para um bom número de usuários. Nossas investigações apontam que a queda ocorreu devido a bugs encontrados no cliente e no servidor do Sync”, afirmou o Google em comunicado.

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Nov 26

Internautas brasileiros encontraram problemas ao longo da tarde desta segunda-feira (26) para realizar buscas e acessar serviços do Google. A empresa diz que a operação do seu buscador está normal.

Usuários reclamaram por meio das redes Twitter e Facebook, alegando dificuldade em entrar no serviço de e-mail da empresa e no de documentos (atualmente chamado Disco), além de assistir a vídeos no portal YouTube.

A loja Play, por meio da qual usuários da plataforma Android baixam aplicativos, também ficou inacessível, segundo os relatos dos internautas.

A falha não afeta todos os usuários. Em rápido teste, não constatamos anormalidades. Por meio de um painel de status, nenhum serviço aparece como afetado. As expressões “voltagoogle” e “O Google” figuraram entre as mais repetidas por brasileiros no Twitter no período.

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Jul 29

A Apple, definitivamente, parece ter rompido com o Google. Além do Google Maps, o YouTube também não estará pré-instalado na próxima versão do sistema operacional móvel da companhia, o iOS 6. A empresa emitiu um comunicado oficial nesta segunda-feira confirmando que o aplicativo do site de vídeos não vai estar embutido em seus próximos lançamentos.

Não há nenhuma justificativa oficial para a decisão. As possibilidades são muitas: decisão de não pagar mais ao Google pela licença do produto, opção por evitar utilizar serviços da empresa em seu aparelho ou insatisfação com a falta de atualizações e melhorias para o aplicativo. Ainda assim, os futuros usuários do iOS 6 não devem ficar preocupados com a falta do serviço de vídeos em seus aparelhos.

Segundo a própria Apple, o YouTube vai abrir normalmente no seu navegador, o Safari, reproduzindo os vídeos para os usuários de dispositivos móveis da empresa. Além disso, de acordo com a Apple, a rival “está trabalhando em um novo app do YouTube” a ser lançado na App Store – provavelmente sem custo.

O rompimento entre Google e Apple não é nenhuma surpresa, já que a Gigante das Buscas é a principal concorrente da empresa de Cupertino no que diz respeito aos sistemas operacionais móveis, com o Android. Por isso, a empresa da maçã estaria tentando se desvincular dos serviços da rival.

Fonte: The Verge

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Jul 25

Um novo golpe da Internet se aproveita dos usuários que procuram ferramentas gratuitas para converter vídeos do Youtube em arquivos de áudio. O esquema foi descoberto e divulgado pela ESET, fornecedora de soluções de segurança da informação.

Segunda a empresa, os usuários que buscam por esses aplicativos terminam encontrando um vídeo no Youtube com algumas instruções. No vídeo, é mostrado a captura de uma tela dentro do player com instruções para o usuário a acessar outro site diretamente. Quando o usuário acessa o endereço recomendado, contudo, ele é direcionado a outra página. O site em questão carrega um javascript com conteúdo de terceiros e anúncios indicando um “cartão presente”, que deve ser acessado para que o download do conversor seja liberado.

Se seguir em frente e requisitar o download, a vítima irá acessar mais páginas com javascript e um grande tráfego de dados. Serão pedidas mais informações pessoais como e-mail, endereço físico, idade, sexo e telefone, além de ser levado a concordar em ser contatado por empresas terceiras.

Raphael Labaca, Coordenador de Pesquisa da ESET da América Latina, afirma que esse tipo de golpe pode ser replicado em qualquer parte do mundo, onde os criminosos virtuais criam falsos anúncios de lojas online na tentativa de extrair dados dos internautas de forma ilegal. O especialista ainda complementa: “Inclusive no Brasil já foram reportados casos de phishing onde o usuário era levado a inserir informações pessoais para ganharem prêmios como passagens aéreas, promoções, carros esportivos e phishing de cartão de crédito”.

“O objetivo desse tipo de golpe é fazer com que os usuários insiram o maior número possível de dados pessoais para que futuramente possam ser usados em transações”, afirma Camillo Di Jorge, country manager da ESET Brasil.

De acordo com a companhia, mesmo que o usuário não caia na história do “conversor pra mp3 gratuito”, ainda assim, os cibercriminosos responsáveis pelo golpe conseguem lucro pela quantidade de tráfego, pois os sites ganham posicionamentos altos nas pesquisas dos sites de busca.

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Jul 04

O reconhecimento facial está chegando aos vídeos. Essa tecnologia, que já é comum entre as câmeras fotográficas, deve ser implementada em filmagens graças a uma patente que está sendo registrada pelo Google. Ainda não se sabe por qual motivo, a gigante das buscas está investindo neste ramo, porém, ao que tudo indica, a novidade tem relação com o YouTube.

A técnica do sistema funciona de forma bem semelhante ao que ocorre no reconhecimento facial nas fotos, transformando os quadros dos vídeos em imagens estáticas e, assim, identificando a presença dos rostos das pessoas que estão sendo gravadas. Desta forma, seria possível para os usuários marcarem as suas faces e também as de seus amigos.

Segundo o site Engadget, uma das possibilidades mais plausíveis é a de que esta novidade deve entrar em funcionamento em breve para quem tem conta no YouTube. O reconhecimento facial funcionaria mais ou menos como acontece nas fotos do Facebook com a opção de taggear (etiquetar) um rosto. Outro possível uso é em um aplicativo de realidade aumentada. Não se pode descartar também alguma função no Google Glass, um óculos de realidade aumentada.

De qualquer forma, já é possível perceber que o Google, mais uma vez, largou na frente de seus concorrentes e mostrou que essa tecnologia pode ser bem sucedida.

Fonte: Engadget

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Dec 05

O site Mashable resolveu vasculhar o confins da internet para mostrar as versões inicias de algumas das “homes” das páginas mais populares da web. Seja pelo sentimento nostálgico, ou pela curiosidade histórica, vale a pena conferir os simples e funcionais designs dos sites que hoje possuem uma grande gama de recursos.

Google

A gigante de buscas na internet não mudou muito a aparência da página do seu serviço. Em compensação, eles adicionaram várias funcionalidades e recursos ao longo dos anos. Sergey Brin e Larry Page lançaram oficialmente a ferramenta de busca em 04 de setembro de 1998, e sua interface era tão simples porque, na época, Brin e Page não conheciam a fundo a linguagem HTML, e só queriam um design que fosse limpo e rápido para o buscador.

YouTube

Lançado em 2005, o YouTube tinha uma interface vazia, e sem nenhum vídeo em destaque na página oficial. O primeiro vídeo publicado no serviço foi do seu fundador, Jarwid Karim, e recebe o nome de “Me at the Zoo”. O vídeo tem 19 segundos de duração, e mostra Karim diante de elefantes, no zoológico de San Diego.

Facebook

O Facebook (ou “The Facebook”) foi lançado por Mark Zuckerberg em fevereiro de 2004. E, tal como sua interface original indica, o site estava apenas disponível para os estudantes da Universidade de Harvard no seu lançamento. Hoje, mais de 800 milhões de usuários ao redor do planeta usam a rede social. Destaque para a foto de Al Pacino digitalmente manipulada no canto superior esquerdo do layout.

Yahoo

Yahoo é o acrônimo para “Yet Another Hierarchical Officious Oracle” (ou “mais um oráculo hierárquico oficioso”, em uma tradução livre). O site é mais um produto de estudantes de Stanford, Jerry Yang e David Filo, e foi lançado em março de 1995. Se destacava por ser a primeira grande ferramenta de pesquisa online a receber destaque, com uma interface que contava com uma simples barra de busca e links para outros sites. Hoje, é conhecido como um grande site de notícias.

Amazon

A maior loja de e-commerce do mundo nasceu em 1995. Recebeu esse nome depois do vendedor de livros online (e criador do site) Jeff Bezos visitar o rio Amazonas. O site original contava po pequenos textos e ícones, elementos que remetem ao design que temos até hoje no site.

Twitter

Jack Dorsey lançou o Twitter em julho de 2006. Na época, o serviço se chamava “Twttr”, nome esse inspirado no Flickr, e nos códigos de serviços de SMS dos Estados Unidos, que sempre contavam com 5 caracteres. A interface de sua página mudou pelo menos seis vezes nos últimos cinco anos, e o serviço conta com, pelo menos,  mais de 100 milhões de usuários.

NYTimes

A versão impressa do New York Times estreou em 1851, e o seu site, em 1996. Como você pode ver, a interface apresentava uma pequena versão digital do modelo impresso, com apenas uma foto, muito diferente do design atual, cheio de imagens e elementos interativos.

MySpace

Lançado em agosto de 2003, O design original do MySpace era bem simples, para competir com o Friendster. Porém, quando a popularidade do MySpace subiu entre 2005 e 2008, a News Corp. comprou a rede social, por US$ 580 milhões, adicionando diversos recursos e elementos ao site. O tempo passou, e de mais visitado site da internet, o MySpace sucumbiu para o status de “rede social esquecida”. O site foi recentemente vendido para a Specific Media, em parceria com o cantor e ator Justin Timberlake, por US$ 35 milhões.

Mashable

Quando lançado em julho de 2005, o Mashable era um mix de blog de notícias de tecnologia e rede social. Criado por Pete Cashmore, o blog se transformou em um site, que hoje conta com uma grande equipe de redatores, que trabalham em dois escritórios em Nova York e San Francisco, sendo uma das referências em notícias de tecnologia na web.

Fonte: Mashable.

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Jul 30

A Microsoft resolveu tirar um sarro do Gmail para vender a sua suíte de aplicativos online para empresas, o Office 365. Para isso, inventou um personagem bizarro: o Gmail Man.

Segundo Mary Jo Foley, do blog All About Microsoft, o vídeo em que o sujeito aparece foi usado para catequizar vendedores, durante a conferência Microsoft Global Exchange, que ocorreu na semana passada. Gravações desse tipo são comuns em eventos da companhia, mas são tratadas de maneira sigilosa e dificilmente chegam ao conhecimento dos internautas. No caso do Gmail Man, provavelmente um espectador resolveu colocar uma cópia da gravação no YouTube (ou, quem sabe, a própria empresa quis viralizar a gravação).

No vídeo, o Gmail Man é um carteiro que lê a correspondência de todo mundo para oferecer anúncios. Diante do horror das pessoas que descobrem a violação de seu sigilo postal, ele diz: “Quem se importa?”. O ataque da Microsoft é direcionado ao Google Apps, que tem sido adotado por pequenas, médias e grandes empresas. No fim da gravação, uma mensagem diz que o e-mail é algo que diz respeito a você e sua companhia, não ao Google.

A Microsoft não confirmou a autoria do vídeo, mas Mary Jo afirma que há grandes chances de a gravação ser legítima. Uma das pistas é o nome Contoso Ltd, que aparece com 1 minuto e 11 segundos da gravação, tradicionalmente usado pelo pessoal de Redmond para representar empresas fakes em seus materiais de treinamento.

Fonte: Info.

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Dec 05

No final de julho, o YouTube anunciou que estava aumentando o limite dos vídeos no site de 1GB de tamanho para 2GB, e de 10 minutos de duração para 15.

Na quinta-feira, o site de vídeos do Google anunciou no seu blog oficial que uma pequena parcela de usuários poderá enviar arquivos maiores, sem qualquer restrição de duração.

O critério para a escolha das contas será feito a partir da análise do histórico de infrações de direitos autorais do internauta. Segundo o YouTube, as demais contas serão habilitadas nos próximos meses. Para saber se sua conta foi escolhida, é preciso clicar no botão “Upload”.

Para aqueles usuários que tentaram enviar vídeos com mais de 15 minutos anteriormente, o YouTube avisa que eles precisão deletá-los da conta para conseguir enviar de novo. Antes, os únicos usuários autorizados a enviar vídeos com duração maior que 15 minutos eram os parceiros do site.

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Oct 02

Você provavelmente já ouviu falar nos Hiphones, os iPhones piratas. Mas que tal uma cópia falsificada de Steve Jobs, principal executivo da Apple?

Essa foi a ideia da companhia de transportes chinesa Honh Kong MTR. A empresa recriou uma “keynote” – típica apresentação da Apple – com direito a fundo azul, iPhones projetados e até mesmo “Steve Jobs”.

Não dá para entender muita coisa, mas veja como o clone se sai. Se você não está familiarizado com as apresentações da Apple feitas por Jobs, veja uma delas aqui antes de ver a sua versão chinesa.

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Sep 30

Vídeo exibe depoimentos de clientes insatisfeitos com o suposto baixo desempenho e o alto custo de suporte da solução open source.

Uma recente peça publicitária da gigante dos softwares, veiculada no YouTube, mostra que, de fato, a empresa vê o OpenOffice.org como uma séria ameaça ao domínio de sua suíte de produtividade, o Microsoft Office.

Intitulada “A Few Perspectives on OpenOffice.org,” (Algumas Perspectivas sobre o OpenOffice.org), o vídeo exibe uma série de depoimentos de consumidores que tentaram migrar para a solução de código aberto – principalmente clientes corporativos – mas se arrependeram devido à suposta queda de desempenho, falhas de compatibilidade e alto custo de suporte e manutenção.

À medida que os personagens narram suas histórias, legendas animadas e ilustrações surgem na tela. “Se uma solução open source falhar, quem irá consertá-la?”, questiona uma das vozes. “Quando voltamos ao Microsoft Office, depois de uma experiência com o OpenOffice, era possível ouvir um suspiro de alívio por todo o distrito”,  diz o último testemunho, atribuído ao CIO de uma rede de colégios.

Às 15h40min, o vídeo já fora exibido quase 2500 vezes, e 90% dos usuários que resolveram avaliá-lo tiveram uma opinião negativa a seu respeito. A seção de comentários da página foi desativada. Assista a ele logo abaixo:

Novos Desafios

A Microsoft tem enfrentado novos competidores no mercado de suítes de escritório, desde o OpenOffice.org, em suas múltiplas frentes – da versão comercial vendida pela Oracle ao independente LibreOffice – às soluções baseadas na nuvem, como o Google Docs. A própria companhia de Redmond, para não perder espaço, lançou a sua versão do Office para a Internet, totalmente gratuita.

Fonte: IDG Now.

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