Sep 10

O governo deve sancionar na próxima semana a Medida Provisória de desoneração tributária dos smartphones dentro da Lei do Bem. A informação é do ministro das Comunicações, Paulo Bernardo.

O governo tem dois objetivos com a iniciativa: reduzir o preço do aparelho e dar competitividade à indústria nacional – que, há alguns anos, até exportava aparelhos. O ministro considera ainda que a desoneração é uma estratégia para popularizar a banda larga.

Em abril deste ano, um estudo do governo revelou que a disseminação dos smartphones, que são celulares que também permitem acesso a internet, ajudaria a popularizar ainda mais o serviço.

Para ajudar nessa estratégia, o governo pretende tirar a cobrança de PIS e Cofins, atualmente de 9,25%, sobre os aparelhos desse tipo produzidos no Brasil. Em contrapartida à desoneração, os fabricantes terão de produzir celulares seguindo uma série de requisitos mínimos de tecnologia.

As sugestões estavam em documento do Ministério das Comunicações, ao qual o jornal “O Estado de S.Paulo” teve acesso no começo do ano.

Apenas levando-se em conta a desoneração de PIS e Cofins sobre a receita bruta de venda no varejo de smartphones produzidos no País, o impacto da desoneração é estimado em R$ 1,9 bilhão até 2015.

Para conseguir a isenção, os smartphones terão que oferecer uma série de requisitos, como suporte à tecnologia 3G, conexão Wi-Fi, permissão a acesso de páginas no padrão HTML e também pré-configuração de contas de correio eletrônico e redes sociais, entre outros.

Na avaliação do ministro, o incentivo fiscal à produção doméstica de smartphones promove a indústria local e reduz a dependência externa.

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Apr 04

A Infraero, empresa estatal que administra os aeroportos brasileiros, vem testando o acesso gratuito à internet em nove aeroportos desde a última quinta-feira. Inicialmente, a empresa considera como operação “assistida”, quando o serviço ainda não está em plena capacidade nem foi aprovado para funcionamento contínuo.

O acesso à rede é feito somente a partir da sala de embarque. O passageiro e internauta interessado em curtir alguns momentos no Facebook ou Twitter — entre outras coisas, naturalmente — antes de pegar o avião deve selecionar a rede Wi-Fi gratuita e aguardar o carregamento de uma página de cadastro. O número do cartão de embarque serve de senha para validar o registro e habilitar a conexão.

Os seguintes aeroportos oferecem o Wi-Fi grátis durante o período de testes: Cumbica e Congonhas (São Paulo); Galeão e Santos Dumont (Rio de Janeiro); Belo Horizonte; Recife; Fortaleza; Brasília; e Porto Alegr – totalizando nove aeroportos com o serviço. Em Cumbica, a capacidade máxima é de 500 pessoas conectadas simultaneamente. Já em Congonhas, esse número sobe para 600.

No modelo atual defendido pela Infraero, as operadoras de telefonia devem oferecer a internet sem custo em troca de espaços publicitários nos terminais. A empresa estatal fechou acordos com três operadoras até o momento, mas só a TIM liberou o acesso à internet.

Anteriormente, a própria Infraero oferecia acesso de graça à internet durante 20 minutos. A empresa não informou o tempo máximo de conexão nas salas de embarque com a mudança no sistema de Wi-Fi grátis.

Fonte: Portal Administradores.

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Dec 31
A Xcon Global, uma empresa especializada em distribuição de acesso à web, lançou um produto inovador para o mercado internacional. Através de um modem USB ou um mini Mobile Hotspot, o usuário poderá ter acesso à Internet de qualquer lugar do mundo. O serviço funciona sob demanda e tem seu foco principal em empresários e pessoas que precisam de acesso ilimitado durante suas viagens.

O processo é bem simples. Antes de uma viagem, o usuário deve acessar o site da empresa, informar destino e data de embarque. A companhia envia, então, o aparelho para o endereço solicitado. Durante a viagem, será cobrado o valor de US$ 12,95, aproximadamente R$ 23, por dia enquanto o utilizar. Quando voltar a sua cidade, o usuário deverá devolver o aparelho à empresa e pagará apenas pelo tempo que usou.

Embora não seja barato, a praticidade oferecida geralmente compensa o desgaste que se teria com serviços convencionais. Para os que estão acostumados a comprar um cartão SIM em cada estado ou país, o sistema leva a vantagem da facilidade de contrato, disponibilidade rápida do serviço e garantia de uso internacional.

É comum no Brasil que as operadoras ofereçam acesso à Internet entre estados, mas ter um ponto para a web apenas com um modem USB em até 130 países não é algo que as empresas nacionais estejam preparadas para realizar. Por ora, não é possível contratar o produto direto do Brasil, mas já existe suporte a viajantes que vierem para o país.

Fonte: Engadget

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Sep 05

Pesquisadores exibiram uma nova versão da ferramenta Firesheep Wi-Fi, que possibilita acessar os dados de navegação dos usuários do Google Web History, que cria um histórico com todas as informações já buscadas na web.

Com isto os pesquisadores quiseram demonstrar as falhas de segurança encontradas nos serviços oferecidos pelo Google.

Através do cookie SID (Session ID), um arquivo que identifica o usuário na rede do Google, os pesquisadores localizaram uma falha que faz com que envie informações ao criminoso toda vez que o internauta acessa um serviço da empresa.

E por meio da ferramenta Firesheep, que tira proveito de sites sem proteção de navegação HTTPS que acessam via rede Wi-Fi insegura, o criminoso consegue capturar os dados enviados de um computador conectado a essa rede não criptografada.

Mas os serviços mais sensíveis do Google, como o Gmail, utilizam HTTPS para navegação, o que faz com que o criminoso encontre uma solução para que o usuário reenvie esse SID. Para isso, muitos crackers criam um hotspot falso e direcionam o usuário para algum serviço do Google que não utiliza essa navegação segura.

Porém, para que essa ação seja completada, o usuário deve ter o Google Web History ativado, o que ocorre na maioria das vezes quando o internauta cria uma conta no Google. Por isto, os pesquisadores chegaram a visualizar 82% dos sites visitados pelos usuários.

Os pesquisadores alertam para essa situação e aconselham os usuários a evitar o uso de redes Wi-Fi públicas com contas do Google e se possível excluir o histórico da internet e desativar o Google Web History.

Fonte: Info.

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Jul 29

O sistema Wi-Fi receberá um update, inaugurando uma nova geração, a 802.22. A informação foi publicada oficialmente pela IEEE, organização que rege as normas para redes Wi-Fi. A nova versão utilizará freqüências que ficarão vazias, uma vez que as transmissões de TV analógica serão extintas em breve. A 802.22 possibilitará a transferência de dados em velocidades de até 22Mbps para os produtos que estiverem a cerca de 100km do transmissor.

É óbvio que ainda haverá um grande tempo de espera até que todas as mudanças necessárias sejam feitas. Mas a Apple já anunciou que está perto de produzir produtos compatíveis com o Super Wi-Fi.

Fonte: Businesswire.

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May 17

Pesquisadores da Ulm University Institute of Media Informatics, na Alemanha, descobriram uma nova falha no Android que permite aos crackers explorar o authToken dos usuários quando estes estiverem conectados a uma rede Wi-Fi não-segura.

Os authToken são usados para fazer login em sites como Facebook, Twitter e aplicações do Google, como o calendário e contatos. A brecha de segurança encontrada pelos pesquisadores se localiza dentro da autenticação do login cliente (ClientLogin) utilizado pelos serviços do Google para acessar as APIs.

Desta forma, a vulnerabilidade afeta qualquer smartphone com sistema Android e que não tenha feito a atualização para a versão Gingerbread 2.3.4. Os pesquisadores não souberam pontuar se o mesmo ocorre no sistema para tablets Honeycomb 3.0.

Considerando que a grande maioria dos aparelhos Android ainda não foram nem atualizados para o Gingerbread 2.3, os pesquisadores puderam afirmar que cerca de 99% dos usuários estariam vulneráveis a ataques.

De acordo com os pesquisadores, eles pretendiam checar se era possível criar um ataque personificado contra os serviços do Google e descobriram que além de possível, o caminho era bastante simples.

Os tokens utilizados pelo ClientLogin ficam armazenados por duas semanas e essa brecha de segurança permite que crackers invadam o smartphone e acessem os tokens mesmo se não houver transferências de informação e sem estar utilizando uma conexão de rede não-segura.

Segundo os pesquisadores, este tipo de ataque é similar ao conhecido “Sidejacking”, que rouba os cookies das sessões dos websites e era o mesmo identificado nos ataques que ocorreram no plugin Firesheep, que expunha os dados pessoais dos usuários do Firefox.

Para não cair em golpes, os pesquisadores sugerem que os usuários evitem utilizar redes abertas e para desativar a sincronização automática dos aplicativos. Quando aplicações utilizam a sincronização automática do authToken em uma rede aberta, eles permitem que o usuário fique vulnerável para qualquer pessoa.

Para os desenvolvedores, os pesquisadores sugerem que utilizem sempre conexões seguras HTTPS e usem autenticações Auth em vez de authToken e que diminuam o tempo que esses logs ficam armazenados no aparelho.

Fonte: Info.

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Apr 16

Material necessários: Uma conexão de banda larga , um computador com placa de rede sem fio ou adaptador USB para Wi-Fi, sistema operacional Windows 7 ou XP.

A possibilidade de se acessar a internet de qualquer lugar por redes sem fio se tornou realidade para muita gente. Com uma conexão dessas, você pode simplesmente carregar o seu notebook para qualquer lugar e usar a internet sem ter que conectar e desconectar cabos o tempo inteiro. Mas o que muita gente ainda não sabe é que é possível criar uma rede sem fio na sua casa ou escritório sem o uso de um roteador Wi-Fi (rede esta também conhecida como “ad-hoc”).

Antes de começar, é importante saber o que você perde ao abrir mão do roteador: Primeiramente, é bom destacar que segurança não é o ponto forte desse tipo de rede. Portanto, dê preferência a usar esta rede sem fio em casa, apenas. Também é necessário, caso sua máquina seja mais antiga, adquirir um adaptador Wi-Fi para o seu computador (trata-se de uma pecinha USB que pode ser encontrada em qualquer loja do ramo).

Mas se você já tem uma conexão de internet e seu computador já possui uma placa de rede sem fio (notebooks geralmente já o tem instalado), mas você ainda não tem um roteador Wi-Fi, então acompanhe este tutorial que o ArleyJunior.Net fez para você e aprenda como montar a sua própria rede sem fio.

No Windows 7

Passo 1. Abra a “Central de Rede e Compartilhamento” no Painel de Controle do seu computador e selecione a opção “Rede Doméstica”, caso ela já não esteja marcada.

Passo 2. Clique em “Gerenciar redes sem fio” no menu lateral e depois acesse o botão “Adicionar”. Uma nova janela será exibida, com opções para você criar sua rede. Basta clicar em “Criar rede ad hoc”.

Passo 3. A janela seguinte é uma introdução para o procedimento de configuração da sua rede sem fio. Apenas avance.

Passo 4. Depois disso, você terá a opção de indicar o nome da rede. Crie um nome que o identifique para você, quando precisar buscá-lo em outros dispositivos.

Passo 5. Logo abaixo, deixe selecionada a opção “WPA2-Personal” sobre o tipo de segurança e crie uma senha com pelo menos 8 dígitos. Por fim, marque a opção “Salvar esta rede”.

Passo 6. Clique em “Avançar” e pronto! Você criou a rede. Agora vamos compartilhar a conexão de internet.

Passo 7. Para permitir que outros computadores também tenham acesso à internet sem fio, você deve ativar o “Compartilhamento de Conexão com a Internet” no computador principal da rede.

No Windows XP

Passo 8. Clique com o botão direito do mouse em “Conexão de rede sem fio” no painel de controle e depois em “Exibir redes sem fio disponíveis”.

Passo 9. Acione o link “Alterar configurações avançadas” e depois selecione a opção “Redes sem fio – Avançado”.

Passo 10. Entre as opções de conexão, ative a “Apenas redes ad-hoc”. A partir desta etapa a configuração da rede é bem semelhante ao do Windows 7. Basta adicionar uma rede e definir nome e senha antes de concluir.

É importante ressaltar que alguns poucos dispositivos não possuem suporte à redes ad-hoc, portanto, verifique se o seu celular ou televisão são capazes de realizar este tipo de conexão, se for o seu caso. Notebooks, netbooks e outros computadores, em geral, não possuem problema algum em reconhecer essas redes.

Outro detalhe essencial que não deve ser esquecido é que se o computador principal da rede for desligado, a rede será desligada. É obvio, mas não custa nada lembrar.

Fonte: TechTudo.

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Feb 16

Se você usa o Windows 7 (exceto na versão Starter) pode transformar seu notebook num ponto de acesso Wi-Fi. Ou seja, outras máquinas podem se conectar à web por meio de seu PC-roteador. Esse recurso é útil, por exemplo, para compartilhar a conexão 3G do notebook com outros dispositivos Wi-Fi. Para isso, você pode usar um aplicativo chamado Connectify, que emprega os recursos de Wi-Fi do notebook e o transforma num roteador sem fio. No notebook já conectado à internet (via cabo ou Wi-Fi), instale o programa. O Connectify abre um assistente de configuração. Dê um nome para a rede (o padrão é Connectify-me). Defina uma senha de acesso (mínimo de oito caracteres). Por fim, indique se o micro está numa conexão local (cabo) ou sem fio. Pronto. O notebook já é um ponto de acesso. Portanto, nele há duas redes: a que chega ao notebook e a recém-criada pelo Connectify. Nesta última está um roteador virtual que emite sinal Wi-Fi por meio do notebook. Veja, agora, como conectar outro notebook ao ponto de acesso virtual. Primeiro, desconecte o micro de qualquer outra rede. Em seguida, na lista de redes disponíveis, escolha a do Connectify e digite a senha.

Fonte: Info.

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Nov 01

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Oct 29

E-reader de seis polegadas já está disponível nas lojas. Aparelho permite baixar livros sem precisar de um pen drive.
A Positivo lancará nos próximos dias o leitor digital Alfa com conexão Wi-Fi. A nova versão do aparelho permite que o usuário acesse conteúdo de livrarias on-line e faça download de livros diretamente no equipamento, sem a necessidade de um pen drive.
O e-reader já está disponível em livrarias e lojas de varejo pelo preço sugerido de R$ 800. O novo Positivo Alfa vem com um navegador instalado, que não permite o acesso a vídeos ou conteúdos dinâmicos, como o Flash.
Com tela sensível ao toque de seis polegadas, o aparelho tem memória de 2GB e suporta até 1,5 mil livros, com a possibilidade de expandir essa capacidade com cartões de memória de até 16GB. O e-reader da Positivo pesa 240 gramas e sua bateria tem duração de até 10 mil mudanças de páginas com o Wi-Fi desligado.

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