Mar 26

Se você é uma daquelas pessoas que adora falar mal do trabalho no Twitter, uma nova ferramenta online vai estimulá-lo a fazer isso com ainda mais frequência: é o Fire Me! O aplicativo rastreia tuítes de usuários que reclamam de seus empregos e chefes na web.

O sistema funciona, à princípio, em inglês e categoriza os tuítes em quatro áreas: haters (maus empregados), horrible bosses (chefes intragáveis), sexual intercourses (o chefe que se…) e os “potential killers” (assassinos em potencial). Obviamente, tudo com muito bom humor. Os tuítes são divididos pelos termos utilizados nas mensagens.

Desenvolvido por alemães, o FireMe! é um site que exibe este conteúdo online com uma diagramação bem simples. Além disso, ele oferece opções extras, como um ranking com os que mais falam, verificação da sua conta no Twitter, possíveis desempregados e uma opção para mudar o idioma do serviço para o português do Brasil.

Na verificação da conta, você pode ver tudo o que já falou mal de seu chefe ou emprego e ter uma noção de “quão perto você está de ser demitido”. Esta ferramenta, porém, parece ser uma ótima aliada também para os próprios chefes, que podem simplesmente colocar o login do Twitter do usuário no site e ver tudo o que eles já falaram sobre seu emprego.

Fonte: O Globo

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Dec 15

O Twitter começou a liberar um recurso prometido pelo serviço de microblog no início deste ano que permite aos seus usuários arquivar os tweets em seus computadores.

A ação acontece em meio a concorrência crescente no cenário da mídia social. Há algum tempo, o Facebook liberou um recurso de arquivamento para os seus membros. Em abril, a rede social expandiu a ferramenta “Download Your Information” (Baixe suas Informações, em tradução) e incluiu nos arquivos baixados os nomes utilizados pelo usuário, solicitações de amigos e endereços de IP usados para acessar a rede social.

A liberação da ferramenta no Twitter foi divulgada por usuários do próprio serviço. O usuário “Psanta” disse que “se o recurso estiver ativado na sua conta, você vai encontrá-lo na parte inferior da página de configurações”. Ele explica, no entanto, que a ferramenta está sendo gradualmente implementada pela rede social e ainda não está disponível para todos.

Outro membro do Twitter, Navjot Singh, também teve o recurso ativado em sua conta. Depois de selecionar a opção em suas configurações, ele recebeu um e-mail com instruções sobre o que fazer para obter o seu arquivo. Segundo o The Next Web, que obteve uma cópia do e-mail, as instruções do Twitter diziam:

“Estamos felizes em dizer que o arquivo que você solicitou já está disponível para download. Seu arquivo pode conter conteúdo sigiloso. Então por favor, mantenha isso em mente antes de compartilhá-lo com ninguém.”

No final da mensagem havia um link para download do arquivo.

Singh, que aparentemente não tinha qualquer informação privada em seu arquivo, enviou uma cópia ao jornalista do The Next Web, Martin Bryant, que confirmou que era arquivo HTML semelhante a uma página do Twitter. As mensagens são organizadas por mês e o usuário pode pesquisá-las também.

O The Next Web confirmou a liberação do recurso com uma segunda fonte – um tradutor coreano, que recebeu a tarefa do Twitter de traduzir uma mensagem que informava a seus membros sobre o novo recurso de arquivamento. Essa mensagem dizia:

“Você pode solicitar um arquivo que contém suas informações, começando pelo seu primeiro tweet. Um link será enviado a você quando o arquivo está pronto para ser baixado.”

No início deste ano, o CEO do Twitter, Dick Costolo, disse que o serviço de microblog estava trabalhando em um recurso de arquivamento e que estaria pronto no final do ano.

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Dec 10

O e-mail do Google, Gmail, e outros serviços como Drive, Docs e Gtalk apresentam instabilidade ao longo desta segunda-feira (10), embora o Dashboard, serviço do Google que registra falhas em seus produtos, não confirme intermitências em nenhum destes produtos.

No Twitter e no Facebook, se acumulam queixas de usuários de várias partes do mundo que alegam não conseguir acessar seus documentos armazenados nas aplicações em nuvem da companhia de Mountain View.

As falhas do Google são o tema mais popular na lista de trending topics de países como Estados Unidos, Japão e França. Procurada pela INFO, a assessoria de imprensa do Google informou que a empresa “está investigando relatos de um problema com o Gmail” e prometeu “mais informações” para “breve”.

Esta é a segunda crise nos serviços do Google em menos de um mês. Em 26 de novembro, produtos como Gmail, Gtalk e o próprio buscador do Google deixaram de funcionar corretamente para usuários brasileiros. Na ocasião, uma onda de queixas dos usuários inundou as redes sociais e gerou uma série de memes. Apesar disso, o Google não reconheceu falhas em seus serviços.

“Soubemos que alguns usuários tiveram problemas para acessar algumas de nossas ferramentas, mas não encontramos erros em qualquer serviço até agora. Continuamos monitorando nossos sistemas, e avisaremos sobre qualquer novidade”, informou nota emitida pelo Google no final de novembro.

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Aug 28

O gigante dos 140 caracteres tornou a vida do Hootsuite, Tweetbot, Ecofon e outra série de aplicativos de postagem mais difícil após deixar de exibir a procedência dos tuítes em seu site. As restrições levaram a criação da hashtag #OccupyTwitter, que acabou servindo de publicidade gratuita para o App.net – rival em potencial do Twitter.

 

A mudança já tinha acontecido no aplicativo do Twitter para celular e, ao que tudo indica, apps de postagem no microblog vão perder pelo menos um pouco mais de publicidade grátis na rede.

Com a ferramenta, antes era possível ver, por exemplo, que uma celebridade postava seus tuítes por TweetDeck (famoso serviço de publicação que foi comprado pelo Twitter no ano passado). Por outro lado, a mesma ferramenta deu chance para o surgimento de vários aplicativos que agendavam tuítes.

Agora todas as postagens no site parecem mais homogêneas e a privacidade do usuário está mais protegida, mas o Twitter continua de olho no surgimento de novos aplicativos para continuar no controle de como seu conteúdo é mostrado e, principalmente, como ele é monetizado.

Fonte: Mashable

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Aug 09

O Megabox, novo serviço para o compartilhamento de música do criador do Megaupload, Kim Dotcom, deve ser lançado ainda este ano.

“Sim, o Megabox será lançado este ano”, afirmou Dotcom por meio de sua conta no Twitter. “Eu sei que vocês estão esperando por isso. Está chegando. Maior, melhor, mais rápido, 100% seguro e impossível de ser parado”, declarou ele em outra mensagem.

Segundo Dotcom, a nova plataforma vai permitir que artistas comercializem suas faixas diretamente, sem o intermédio de gravadoras ou outras lojas, como a iTunes e a Google Play. Dessa forma, eles ficariam com 90% do valor da venda enquanto o site ficaria com os outros 10%.

Comparando, de cada MP3 vendido pela iTunes por 0,99 dólares, apenas cerca de 0,09 dólares vão para o artista, enquanto os outros 0,90 são divididos entre a Apple e a gravadora.

O guitarrista da banda The Who, que se apresentou ontem na cerimônia de encerramento das Olimpíadas, Pete Townshend, é um critico deste modelo. Para ele, a Apple é um “vampiro digital que sangra os músicos”.

Atualmente, Dotcom vive na Nova Zelândia, onde aguarda julgamento sobre pedido de extradição dos Estados Unidos, que o acusam de crime de pirataria. Inicialmente, o pedido deveria ser julgado neste mês de agosto, mas foi reagendado para março de 2013.

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Jun 23

Em seu blog oficial, o Twitter explicou o motivo que levou o site a ficar fora do ar para milhares de usuários. Segundo nota, os servidores da rede social foram afetados por um bug que gerou um efeito cascata e afetou vários elementos da infraestrutura do site. Para a rede, o problema não foi causado por um ataque.

Mas, enquanto no blog oficial a equipe do Twitter nega que a falha tenha sido causada por hackers, um grupo chamado UGNazi reivindica a autoria do ataque. Como resultado, na web a rede ficou inacessível e, na versão mobile, usuários não conseguiam acessar novos tuítes.

Segundo a CBS, durante a ação do grupo, até mesmo as buscas pelo Twitter no Google ou Bing não conseguiam encontrar o site. Foi como se a internet não reconhecesse a existência da rede social de microblogs.

A invasão, continuou a televisão americana, teria sido motivada por recentes manifestações do Twitter em apoiar o Cyber Intelligence Sharing and Protection Act (CISPA). O projeto irá permitir o compartilhamento de informações sobre possíveis ameaças na web entre agências governamentais e corporações.

O grupo, UGNazi (Underground Nazi Hacktivist Group), é conhecido por uma série de ataques virtuais contra agências do governo dos EUA e também pelo vazamento de informações pessoais de oficiais americanos.

Em janeiro de 2012, o grupo reivindicou a autoria de um ataque que tirou do ar o site do UFC (Ultimate Fighting Championship). A ação teria sido motivada pelo apoio da empresa ao polêmico projeto SOPA (Stop Online Piracy Act), na época em trâmite no congresso americano.

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Jun 08

Um cracker russo afirmou ter roubado 6.46 milhões de senhas encriptadas do LinkedIn e as publicado na internet.

Segundo uma empresa de segurança finlandesa CERT-FI, as senhas são encriptadas com o algoritmo SHA-1, também conhecido por ser bastante seguro mas com constantes falhas registradas em senhas fracas.

De acordo com a empresa, cerca de 300.000 dessas senhas eram consideradas fracas e já teriam sido quebradas e utilizadas pelos criminosos.

O LinkedIn publicou em seu Twitter que está investigando o roubo das senhas de sua rede e que dará mais detalhes em breve.

Embora os dados publicados pelo cracker não tragam os endereços de e-mails associados às senhas, é possível que esta informação esteja em posse dos criminosos.

Enquanto o LinkedIn não fornece detalhes aos usuários, é altamente recomendável que todos modifiquem suas senhas na rede social e utilizem palavras fortes.

O LinkedIn atualmente possui mais de 150 milhões de usuários e este ataque pode afetar menos de 10% da base de usuários.

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May 31

O Facebook passa por problemas de instabilidade na noite desta quinta-feira (31). Depois de ficar fora do ar por quase 1 hora, segundo relatos de usuários, postados no microblog Twitter, a rede social ainda apresenta dificuldades de conexão.

As queixas de problemas ao tentar logar no site acontecem, principalmente, nos Estados Unidos, Brasil, Tunisia, além de muitos outros países. Alguns conseguiam acessar, mas experimentavam muita lentidão, enquanto outros usuários mal conseguiam ver seus feeds de notícias. Até o momento, o Facebook não emitiu qualquer comunicado sobre a possível falha.

As notícias sobre a queda do serviço começaram por volta das 19hs, quando usuários brasileiros começaram a reclamar do problema criando a “hashtag” #RIPFacebook, que acabou indo parar no Trending Topics do Twitter no Brasil.

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May 08

Um hacker que diz ter ligação com o grupo Anonymous publicou na internet, na segunda-feira (7), milhares de senhas de usuários do Twitter, conforme a “CNN”. Porém, de acordo com a rede de TV americana, a maioria das contas comprometidas parece ser spam.

A violação começou a se espalhar na internet na terça-feira (8) depois que o site de notícias sobre hackers “Airdemon” publicou que 55 mil contas teriam sido comprometidas.

O hacker publicou cinco páginas no site de compartilhamento de dados Pastebin contendo nomes de usuários e senhas supostamente afetadas, conforme a “CNN”. Contas de celebridades também teriam sido hackeadas.

Um representante do Twitter disse que a empresa está investigando o caso. Robert Weeks, porta-voz do microblog, minimizou a extensão da invasão, que teria atingido uma pequena parcela dos 140 milhões de usuários ativos do Twitter.

Conforme Weeks, mais de 20 mil contas supostamente violadas contêm informações duplicadas ou são spams que já foram suspensos. Ainda de acordo com Weeks, em muitos casos, o nome de usuário não estava associado com a senha referida.

De qualquer forma, segundo a “CNN”, o Twitter está tomando precauções. Para as contas afetadas, o microblog enviou um e-mail de redefinição de senha. “As pessoas que desconfiarem que suas contas estejam em risco devem alterar suas senhas e a configuração de privacidade no nosso centro de ajuda”, explicou o Twitter.

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Mar 22

Nem mesmo as redes sociais são inocentes quanto à disseminação de vírus em sua máquina. O Twitter é um exemplo que, vira e mexe, concentra pragas digitais em mensagens atrativas, chamando a atenção do usuário com links maliciosos. Por isso, o ArleyJunior.Net reuniu as principais ameaças que já permearam o microblog.

Em 2010, uma falha na segurança do Twitter ocorreu devido ao uso de um aplicativo em javascript em que desenvolvedores utilizaram o comando “onMouseOver” (“com o mouse em cima”, em tradução livre). Bastava passar o mouse em cima da mensagem e o código do hacker seria automaticamente executado. Consequentemente, o usuário era redirecionado para um site pornográfico que exibia mensagens aleatórias e invadia a máquina com malwares.

O Brasil, no mesmo ano, também começou a ser alvo de vírus no Twitter. Mensagens tentavam enganar os usuários e divulgavam supostas fotos em que o músico Pelanza, do Restart, havia sofrido um acidente, além de imagens da apresentadora Sabrina Sato nua. Ao clicar no link que prometia revelar tais fotos, o usuário automaticamente retuitava, sem querer, a mensagem para todos os seus seguidores, lotando a timeline com o assunto.

Após 12 horas do vírus no ar, o Twitter corrigiu a falha de segurança que permitia aos crackers terem acesso a novas contas. Recentemente, com rumores do lançamento do novo iPad, outro tweet bastante atrativo tentava prender a atenção de usuários brasileiros com a seguinte mensagem “Você quer o novo iPad 3? Eu consegui o meu de graça neste site: xxxxxx.”

Provavelmente, quem tem uma conta no Twitter já ganhou seguidores com perfis em língua inglesa. Com esses usuários, é necessário redobrar a atenção. O ideal é desconfiar e se fazer a seguinte pergunta: “Por que essa pessoa quer seguir um brasileiro?”. Perfis assim podem ser os chamados bots, que monitoram certas palavras publicadas no Twitter e, assim, respondem automaticamente com uma mensagem.

bots que são utilizados para propagar spam. Um exemplo simples: o usuário tuita que está com dor de cabeça e recebe posteriormente um tweet de um fabricante de remédio divulgando sua medicação para o alívio da dor. Outros bots podem trazer ameaças de vírus. Embora a maior parte dos casos seja de perfis em inglês, há também muitos deles escritos em português.

A maioria dos bots são confusos e misturam letras com números, como por exemplo, @DonGoyo29 e @livingfree123 .O primeiro passo para identificar um robô desses, como também são conhecidos, é não clicar em nenhum link na mensagem. Ao entrar no perfil, se houver mensagens repetidas do tipo “Want more followers? Then you need to check out this site: http://NeedFollowers.com”, esteja atento. A maioria promete oferecer mais seguidores à sua lista e tudo não passa de ameaça à sua máquina. Vale lembrar que os bots costumam se instalar nos Trend Topics para angariar novos seguidores.

Outros exemplos de serviços automatizados também costumam avisar o usuário quando alguém der unfollow nele. Um tweet desse tipo pode ser um vírus. Analise cada caso e desconfie de muita interatividade no Twitter. Afinal, malwares estão em toda parte querendo danificar sua máquina e ter acesso às suas informações pessoais.

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