Dec 06

O hacker conhecido como Pinkie Pie ajudou mais uma vez o Google a encontrar duas falhas graves no plug-in de mídia do Chrome. As vulnerabilidades foram corrigidas na semana passada, junto com o lançamento do Chrome 23. A atualização também corrigiu um problema no file path (caminho da localização de um arquivo no sistema) descoberto por pesquisadores internos da empresa.

Reportagens da H Online e da Threat Post indicam que Pinkie Pie recebeu 7 331 dólares por ter descoberto a falha. O mesmo hacker ganhou mais de 60 mil dólares há dois meses, quando realizou um trabalho semelhante durante a competição Hack in the Box. O especialista também foi ganhador de um outro prêmio de mesmo valor na Pwinium, em março.

Recompensas maiores por relatos de bugs, de acordo com o Threat Post, são entregues pelo Google para “falhas particularmente graves ou incomuns”, e parece que essa última descoberta pelo hacker pertence a esse grupo.

Segundo informações do H Online, quem também foi recompensado pelo trabalho realizado para a gigante foi um hacker que encontrou uma vulnerabilidade classificada como “média” na implementação WebGL (Web Graphics Library) do browser. O problema consistia em um estouro de buffer (buffer overflow) e deu ao especialista 3,5 mil dólares.

O Google não divulgou todos os detalhes das vulnerabilidades e disse em seu comunicado oficial apenas que es falhas foram corrigidas e que os detalhes não seriam liberados até que “a maioria de nossos usuários estejam atualizados com a correção”.

O Chrome é conhecido por corrigir rapidamente vulnerabilidades, graças à política de atualização automática que realiza as correções do browser em plano de fundo, sem que necessite do usuário. Isso significa que mais informações sobre o caso podem ser liberadas em breve.

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Oct 03

Um estudo feito pela NSS Labs descobriu algo que pouca gente consegue acreditar: o Internet Explorer 9 é o navegador mais seguro do mercado – ao menos na hora de bloquear malwares.

O navegador da Microsoft foi comparado a outros três rivais – o Firefox (versões 7 a 13), Chrome (versões 15 a 19) e o Safari 5, da Apple. E a diferença entre a quantidade de malwares bloqueados pelo IE foi muito grande em relação aos outros.

Em um período de 175 dias, os navegadores foram testados para entrar a cada seis horas em endereços maliciosos na internet, resultando em 750 mil testes em cada browser.

O Safari e o Firefox não se mostraram seguros e bloquearam menos de 6% da atividade maliciosa. Já o Chrome teve um resultado superior, mas ainda assim baixo: 33% do conteúdo foi impedido de rodar. Já o IE surpreendeu e bloqueou 95% de toda a atividade maliciosa desses endereços.

O IE ser considerado o navegador mais seguro é bastante surpreendente. Na semana passada uma vulnerabilidade foi encontrada no browser e fez a Microsoft soltar uma atualização de segurança para os usuários. Antes disso, o governo alemão chegou a aconselhar os internautas a não usarem o navegador da Microsoft e procurar por alguma alternativa.

Fonte: Olhar Digital.

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Sep 19

A Microsoft pediu que os usuários do Internet Explorer reforcem suas medidas de segurança depois que foram difundidas informações sobre a vulnerabilidade do navegador, o que levou alguns especialistas em segurança a recomendar sua troca.

A Microsoft publicou um boletim de segurança anunciando que está investigando as informações sobre a vulnerabilidade nas versões do Internet Explorer 6,7,8 e 9, que permitiria aos hackers ter acesso ao conteúdo dos computadores.

“A Microsoft tem conhecimento de ataques específicos que tentam explorar esta vulnerabilidade”, afirmou o comunicado, que insiste para que os usuários reforcem a segurança, ajustando a configuração do navegador ou baixando um pacote de segurança temporária.

Alguns especialistas recomendaram, no entanto, trocar de navegador.

“Hoje é um grande dia para pensar em trocar de navegador durante algumas semanas”, afirmou Rob VandenBrink, do blog SANS Internet Storm Center, uma empresa especializada em segurança na rede.

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Aug 05

O Google anunciou o lançamento de uma sandbox mais forte do Flash para o Chrome versão Windows – e, em breve, liberará uma versão também para OS X.

O Chrome 21, lançado em 31 de julho, concluiu os esforços da empresa para acabar com o NPAPI (Netscape Plugin Application Programming Interface) do plugin do Flash para construir o PPAPI (Pepper Plugin Application Programming Interface) – uma interface de programação padrão  própria do Google.

Ao levar o Flash Player para o PPAPI, os engenheiros da companhia de Mountain View foram capazes de colocar o plugin do Adobe em uma “sandbox” tão robusta quanto a que protege o Chrome em si.

“O Flash para Windows está, agora, dentro de uma sandbox que é tão forte como a nativa do Chrome, e é surpreendentemente mais robusta do que qualquer outra disponível”, disse o engenheiro do Chrome, Justin Schuh, em um post para o blog oficial.

Uma sandbox é uma tecnologia anti-invasão utilizada para isolar processos no computador, evitando – ou ao menos dificultando – que crackers tenham acesso a vulnerabilidades não-corrigidas, obtenham privilégios e forcem a entrada de seu código malicioso na máquina.

Anteriormente, a sandbox do Flash para Chrome estava disponível apenas para Windows Vista e Windows 7, mas, com o Chrome 21 e o PPAPI, o Google foi capaz de estender a proteção para o Windows XP.

“É importante dada a ausência de suporte a sistemas operacionais para os recursos de segurança como ASLR (sigla para Address Space Layout Randomization, ou  Randomização de Layout do Espaço de Endereço, em tradução livre)  e níveis de integridade no Windows XP”, disse Schuh.

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Jul 30

O Google Chrome se firma cada vez mais como o navegador mais popular do mundo na atualidade. Depois de ultrapassar o Internet Explorer entre abril e maio deste ano, de acordo com pesquisa da empresa StarCounter, o browser agora abre vantagem em relação aos concorrentes. No último relatório feito pela companhia, o software do gigante das buscas já está em mais de um terço dos computadores do mundo: são 33,8% do marketshare.

O Internet Explorer, da Microsoft, vem logo atrás, com pouco mais de 32%. Quem não vive o seu melhor momento é o Firefox, da Mozilla, que desde maio vem caindo nas pesquisas feitas pela companhia. No relatório de julho, o navegador foi identificado em somente 23,73% dos computadores. E este trio está muito à frente dos outros dois navegadores pesquisados: o Safari, da Apple, com pouco mais de 7%, e o Opera, que não chega nem a ter 2%.

De acordo com o site The Next Web, o Chrome está se propagando cada vez mais na Europa, América do Sul e Ásia. Enquanto isso, o Internet Explorer ainda domina os mercados de Reino Unido e Estados Unidos. De qualquer forma, o domínio do browser do Google chama a atenção. Afinal, vale lembrar que o programa não tem nem quatro anos (seu lançamento foi em setembro de 2008).

Fonte: Engadget

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Jul 05

Os criadores de extensões para o navegador Google Chrome  poderão colocar anúncios em seus aplicativos por meio do Google AdSense.

O  comunicado feito pelo Google diz: “Estamos atualizando nossa política  de anúncios para permitir que extensões gerem lucro com comerciais.”

Nos  termos de uso, também é estabelecido que essas novas mensagens “não  podem interferir com outros anúncios ou com a funcionalidade dos sites” -  o que poderia minar o lucro das páginas visitadas.

Ironicamente,  logo que as extensões de Chrome foram permitidas, um dos tipos mais  recorrentes de aplicativo para o browser era justamente o bloqueador de  anúncios.

Não se sabe de que forma esses comerciais aparecerão  para o usuário na tela do Chrome – levando em conta que algumas  extensões não permanecem na tela do usuário durante a navegação.

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Jun 02

Alguns dias antes de seu lançamento oficial, a versão 13 do Firefox já pode ser testada. A expectativa é que a partir de terça-feira (5/6), a atualização esteja disponível e seja oferecida automaticamente para todos os usuários do browser.

A nova versão traz alterações de design da página inicial (about:home), com busca e opções bem acessíveis para download, bookmarks e outros recursos.

O visual das novas abas também mudou, trazendo thumbnails de links mais acessados – algo conhecido como speed dial e que já existia em browsers como Chrome e Opera. Se você é usuário do Firefox, essas páginas sugeridas aparecerão instantaneamente nesta versão.

Há também um novo recurso chamado Reset Firefox, achado na página about:support do browser, que visa a corrigir mais rapidamente bugs e outros problemas encontrados durante a navegação.

Caso queira experimentar essas e outras novidades da nova versão do Firefox ainda hoje, clique aqui.

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May 18

Pela primeira semana na história o Google Chrome ultrapassou o Internet Explorer e se tornou o browser mais utilizado do mundo, segundo dados da StatCounter.

Embora o Chrome já tenha oscilado durante semanas com o IE, entre os dias 14 e 20 de maio o navegador do Google obteve pela primeira vez um tráfego de dados superior ao IE durante um período de mais de 7 dias.

No entanto, o sucesso do Chrome pode ser visto somente em algumas regiões, pois na América do Norte, Oceania e África os navegadores Firefox e IE são dominantes.

Além da Europa, as regiões da Ásia e América do Sul são as principais responsáveis pelo crescimento do Chrome em possuir mais de 50% do tráfego de dados. O Brasil é um bom exemplo desse sucesso, onde o navegador do Google possui mais de 51% de mercado contra 23% do IE.

A diferença em países como Índia e Brasil aponta que um dos motivos do crescimento do Chrome está ligado ao sucesso da rede social Orkut, também do Google.

Porém, podemos observar que embora o Chrome seja o navegador mais utilizado em todo o mundo, em países de grandes economias, como Estados Unidos e Japão, o navegador do Google ainda está longe de ser o principal.

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May 06

A próxima versão do Windows deve chegar ainda neste ano, e os desenvolvedores já começaram a produzir interfaces específicas para serem utilizadas na edição RT do sistema operacional, voltada principalmente para tablets. A novidade em relação à nova plataforma, no entanto, é que ela talvez não dê suporte a nenhum outro navegador que não o Internet Explorer.

Assim, ainda que o visual do novo Mozilla Firefox para dispositivos móveis tenha sido divulgado recentemente, se depender da Microsoft o browser alternativo poderá não estar presente em aparelhos com a plataforma Windows 8. De acordo com a Mozilla, a Microsoft impõe limitações em aplicativos desenvolvidos por terceiros para o Windows 8 RT, impedindo que os concorrentes produzam navegadores à altura do Internet Explorer.

O Google também reclamou da decisão da companhia de Bill Gates, dizendo que compartilha “das preocupações que a Mozilla levantou sobre o ambiente do Windows 8 que restringe a escolha do usuário”. A limitação prejudicaria também o Chrome, atualmente o segundo browsermais utilizado no mundo, atrás apenas do próprio Internet Explorer.

Apesar da declaração das concorrentes, a Microsoft ainda não deu qualquer declaração oficial sobre o posicionamento da Mozilla e do Google.

Fonte: ExtremeTech.

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Feb 05
Google lançou nessa quarta-feira mais uma versão do navegador da empresa. Além das correções de bugs, melhorias e estabilidade, o Chrome 17 traz um novo recurso de segurança e carrega páginas ainda mais rápido. Para forçar a atualização, acesse o menu do navegador e clique em “Sobre o Google Chrome”.

Após instalado, os usuários mais atentos devem notar que o botão usado para abrir uma nova guia perdeu o sinal de “+”. Não se trata de um bug, mas sim da única mudança visual que o navegador trouxe nesta versão. Para compensar a falta de novidades na interface, o Chrome ganhou um novo recurso que promete uma navegação ainda mais rápida.

Essa novidade, chamada de pré-renderização de páginas, faz com que o Chrome comece a processar as páginas em segundo plano a partir do momento que o usuário começa a digitar na omnibox, a barra de endereços do navegador. O recurso também funciona em pesquisas do Google, onde os resultados mais relevantes são pré-carregados automaticamente.

Outra novidade do Chrome 17 é a verificação de segurança de downloads executáveis (arquivos *.exe e *.msi). Se o arquivo transferido não estiver em uma lista de aplicativos considerados seguros, o Chrome faz uma busca no Google para obter mais informações – como, por exemplo, se o servidor é conhecido por hospedar malwares – e determinar se o arquivo é seguro ou potencialmente perigoso.

Se você já possui o Chrome instalado, basta aguardar até que o navegador seja atualizado automaticamente – ou forçar a instalação seguindo a dica acima. O download, disponível para Windows, Linux e Mac OS X, pode ser feito AQUI.

Via: Lifehacker.

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