Aug 24

Um ano após a TAM ter feito o pedido para o uso dos serviços de web e voz durante voos, a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) finalmente liberou a autorização. Atualmente, isso só é permitido enquanto a aeronave estiver em solo e com as portas abertas.

A nova regra prevê que os usuários possam usufruir desses serviços com o avião acima de 3 mil m de altitude, abaixo disso, o sistema será automaticamente desligado.

A ANAC aprovou os testes de interferência eletromagnética e simulação de falhas do sistema, mas pediu outros. Além da certificação técnica, a companhia depende ainda da certificação operacional feita pela Anatel.

Informações concedidas pela Tam à redação do Olhar Digital dizem que o sistema, a princípio, só será testado em voos domésticos e o preço será definido de acordo com cada operadora. Até 12 passageiros poderão realizar as ligações simultaneamente, já para internet e envio de SMS não haverá restrições.

A TAM será a primeira companhia das Américas a oferecer o sistema de telefonia a bordo. Nos EUA é proibido falar no celular durante os voos, e o órgão regulador do país (FCC) já anunciou que a proibição será mantida.  Alguns países da Europa, Ásia, Oriente Médio e Oceania já permitem isso.

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Jul 29

Apesar da Internet ser indispensável para bilhões de pessoas, ela pode causar muitos problemas para os donos dos computadores. Pensando nisso, há algum tempo o Google compilou uma lista com os portais mais perigosos da Web, cujo top 10 você confere abaixo.

Após dois meses de observação, o gigante de buscas identificou aproximadamente 4 mil sites como perigosos ou responsáveis pela distribuição em massa de spam. Esses sites tentam se associar a grandes portais que possuem um alto nível de popularidade.

Também foram identificados sites com a extensão de domínio “. Cn”, e eles frequentemente usam a palavra “Google” em seu endereço de forma fraudulenta. Abaixo, os 10 sites mais perigosos da Internet:

1º. 38zu.cn
2º. Googleanalytics.net
3º. Lousecn.cn
4º. Fqwerz.cn
5º. Goooogleadsence.biz
6º. 94.247.2.195
7º. Gumblar.cn
8º. D99q.cn
9º. Orgsite.info
10º. Martuz.cn

Fonte: InsideTechno

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Apr 06

Razão social, endereço e CNPJ podem se tornar dados obrigatórios em páginas de pessoas jurídicas de direito privado, caso seja aprovado o projeto de lei 5470/2009.

A iniciativa partiu do deputado Carlos Sampaio e tem como objetivo proporcionar maior segurança às transações comerciais feitas pela internet.

O projeto passou pela aprovação da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara nesta quarta-feira (17) e segue para avaliação da Comissão de Defesa do Consumidor. Caso seja aprovado, aguardará a aprovação da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

A sanção para aqueles que não se adequarem às normas está prevista em advertência, multa de até R$50 mil e suspensão da página na web.

Fonte: Olhar Digital.

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Mar 23

A frente de suas próprias previsões, a Mozilla disponibilizou há pouco a versão 3.6.2 do seu navegador Firefox.

De acordo com a fundação, o lançamento, em fase beta, contém uma série de melhorias na estabilidade e na segurança do browser, incluindo o conserto de alguns problemas críticos que permitiam a execução remota de códigos maliciosos.

O browser ganhou também upgrades na velocidade de navegação, personalização, restauração de sessões e no uso de abas e do campo de endereços.

A versão chega dois meses depois do lançamento oficial do Firefox 3.6. Em meio ao acúmulo de alterações, a 3.6.1 foi pulada diretamente para a 3.6.2.

Gratuita, a atualização do navegador pode ser baixada para qualquer sistema operacional – com algumas requisições específicas disponíveis, veja aqui.

A lista completa de bugs corrigidos e pequenas alterações pode ser encontrada no site da desenvolvedora.

Baixe agora AQUI.

Fonte: Info.

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Feb 18

A Global Crossing, apontada pelas teles brasileiras como responsável pelas falhas que afetaram a web brasileira na última madrugada, admitiu problemas no final da tarde desta sexta-feira.

Em comunicado lacônico, de apenas suas linhas, a empresa que presta serviços para grandes teles no Brasil, como GVT e NET, informou que “problemas em sua rede terrestre no Chile” foram registrados à 0h30 min (horário de Brasília).

A Global Crossing não revela que tipo de problemas afetou sua rede. O uso da expressão “terrestre”, no entanto, nega o relato de fontes ligadas às teles que apontavam falha em cabos submarinos.

Ainda segundo a empresa, as falhas foram superadas às 6 horas da manhã. No Brasil, a NET admitiu problemas com o Vírtua, que tiveram início às 23 horas e foram superados às 2 da manhã. A GVT negou ter sofrido oscilações no período crítico da madrugada.

As teles brasileiras conseguiram contornar as dificuldades recorrendo a outros caminhos – que não a infra da Global Cross – para assegurar o tráfego de dados a seus usuários. Mesmo assim, o acesso a sites hospedados fora do Brasil foi impossível no auge da crise.

Fonte: Info.

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Jan 17

A TAM informou que vai oferecer serviços de conexão à internet e telefonia celular ainda no primeiro semestre de 2010.

Segundo a empresa, o projeto utilizará o sistema da OnAir, que fornece a tecnologia para a conexão, em uma parceria que foi firmada em outubro de 2008.

“O uso de celular a bordo sempre foi uma das demandas dos nossos passageiros”, afirma Manoela Amaro, diretora de Marketing da TAM.

O sistema, certificado pela European Aviation Safety Agency (Easa), ainda depende da aprovação da Agencia Nacional de Aviação e da Agência Nacional de Telecomunicações. Outra questão importante para que o serviço seja efetivamente instalado será a alteração da lei que autoriza o uso de celulares apenas em aeronaves que estejam em solo e com as portas abertas.

Os aparelhos passarão a receber sinal assim que a aeronave atingir 3 mil metros de altura, quando os celulares e smartphones ficarão habilitados para fazer chamadas e acessar a internet. A cobrança pelo serviço será feita diretamente na conta, com uma tarifa que será definida pela própria operadora do usuário.

Limitações

A empresa pretende testar o sistema em quatro aeronaves Airbus, onde a conexão será testada pelos passageiros. Além disso, apenas 12 pessoas poderão utilizar seus aparelhos ao mesmo tempo. De acordo com a TAM esse é o atual limite estabelecido pela OnAir.

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Oct 24

Filtragem InPrivate evita que sites de terceiros reúnam informações sobre seus hábitos de navegação

O Internet Explorer 8 tem o modo de navegação Navegação InPrivate, que não deixa rastros de percursos pela web. O mesmo rótulo é usado para outro recurso de privacidade, a Filtragem InPrivate. Ela serve para evitar que sites de terceiros coletem informações sobre hábitos de navegação e, por exemplo, bombardeie o internauta com ofertas direcionadas. O browser faz isso ao avaliar as páginas visitadas e permitir o bloqueio da ação de provedores de conteúdo presentes no endereço, como anúncios e ferramentas de análise. É possível também definir o bloqueio automático de qualquer site de terceiro. Antes de decidir sobre o bloqueio de conteúdo, no entanto, esteja ciente de que algumas funcionalidades dos sites visitados poderão não estar disponíveis em futuros acessos.

Habilite o recurso

Para ativar o recurso, abra a opção Segurança na barra de comandos do IE (ou acione o menu Ferramentas) e selecione Filtragem InPrivate. Quando fizer isso pela primeira vez, o IE oferecerá duas opções: Bloquear Para Mim ou Deixar que Eu Escola que Provedores Receberão Minhas Informações. Se você selecionar a primeira, o bloqueio será automático. No segundo caso, você poderá selecionar que conteúdos bloquear.

Configura a filtragem

Se já tiver selecionado a filtragem, você poderá mudar suas configurações posteriormente. Para isso, clique em Segurança > Configurações de Filtragem. Na janela correspondente, clique em Bloquear Automaticamente se quiser que o IE cuide da privacidade por conta própria. Se desejar desativar o recurso, marque a opção Desativado. Se preferir, clique em Escolher Conteúdo Para Bloquear ou Permitir. Neste caso, você poderá bloquear ou permitir provedores individualmente e também terá a opção de definir o número de sites visitados que compartilham conteúdo de um mesmo provedor antes de ele ser colocado na lista – o número pode ser de 3 a 30. Quando alterar esse número, não deixe de clicar no botão Atualizar. Dúvidas sobre qual é a do provedor? Marque-o na lista e tente clicar no link Mais Informações Deste Provedor de Conteúdo. Em nossos testes, no entanto, a maioria dos links não funcionou. Para concluir, clique em OK.

Fonte: Info.

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Oct 03

A classe C hoje manda e desmanda na internet.

Não bastasse puxar a economia do país para frente, a classe C está dando um show na internet. Promovida a classe média emergente, comprou computador, arrumou banda larga e está mandando ver online. Quem você acha que infla os números brasileiros do orkut (27,3 milhões de visitantes únicos em julho) ou mantém a atividade febril do MSN, com seus 32,1 milhões de usuários, conforme foram registrados pelo Ibope Nielsen Online?

No final de 2008, a penetração da internet na classe C chegava a 39%, segundo dados da TGI Brasil. A projeção do IAB, bureau de publicidade interativa, é que até dezembro chegue a 45%. Assim, quase uma de cada duas pessoas emergentes surfará na web até o final do ano.

Essa penetração de 45% pode não ser lá essas coisas — nas classes A e B, 76% já estão na internet hoje. Mas como a classe C, hoje em dia, é a maior do país, qualquer ponto porcentual na internet causa um maremoto, não uma marolinha. No início desse ano, a Fundação Getúlio Vargas estimava essa turma ascendente — gente com renda familiar mensal entre 1 064 e 4 561 reais — em 97,2 milhões de pessoas. Com a chacoalhada da crise, uma parcela pode ter despencado da classe C para a D — mas esse movimento está longe de ser dramático, porque são os emergentes, e não os ricos, os mais resistentes à crise atual.

Ao mergulhar na web, a classe C expande os números totais da internet brasileira de forma impressionante. Mais uma projeção do IAB: devemos chegar a 68,5 milhões de pessoas na internet no Brasil dentro de quatro meses. Não é nada, não é nada, estaremos incorporando, este ano, 6,2 milhões de internautas, ou seja, mais que uma Dinamarca inteira, e isso só contando quem tem mais de 16 anos de idade. E não estou falando de internauta desinteressado. Nós, brasileiros, já atingimos a marca de 30 horas por mês na web, quando se mede o uso da rede nas casas, de acordo com os dados do Ibope Nielsen Online.

Para alimentar essa expansão, foram vendidos 12 milhões de computadores em 2008 e outros 4,8 milhões no primeiro semestre deste ano, conforme os cálculos da Abinee, a associação brasileira da indústria elétrica e eletrônica. A banda larga deu em 2008 um salto de 45,9% em relação a 2007, conforme os dados do Barômetro Cisco, elaborado pelo IDC. As conexões saltaram de 8 milhões para 11,8 milhões, com graus variáveis de qualidade, mas de qualquer forma com velocidade maior que a das linhas discadas. Vivemos finalmente um círculo virtuoso em que praticamente todo mundo ganha, e ninguém perde. Se a massificação do ensino nos anos 80 deu nessa gororoba atual, e o acesso da classe C aos carros populares nos últimos anos transformou o trânsito caótico de grandes cidades em algo insuportável, na internet não houve trauma algum de absorção dos novos internautas. Muito pelo contrário. Há lugar sobrando para muitos milhões mais.

Fonte: Info

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Jul 08

Eduardo Azeredo, do PSDB-MG: projeto de lei que leva seu nome ganhará outro debate político durante a semana – e deve trazer soluções, segundo comissão

Durante esta semana, políticos devem se juntar, mais uma vez, para debater e concluir o que restará do projeto de lei de crimes cibernéticos que tramita há mais de 10 anos no Congresso Nacional.

A chamada Lei Azeredo, elaborada pelo senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG) e com emendas do senador Aloizio Mercadante (PT-SP), enfrenta uma série de discussões que se estendem pelo Brasil adentro e ultrapassam os vinte e três artigos do plano desde julho do ano passado, quando teve o substitutivo aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado.

Na última semana, Polícia Federal, Ministério da Justiça e Casa Civil se juntaram a políticos e provedores numa reunião de mais de cinco horas para discutir o que deveria proceder do projeto, ou não. Sem um acordo definitivo, algumas exclusões do substitutivo são consenso entre todas as partes, mas ainda há um grande impasse político na discussão.

Eduardo Azeredo, o criador, concorda que alguns trechos devam ser reescritos, em especial o polêmico artigo 22, que prevê que os provedores guardem o IP dos usuários para denunciar atividades suspeitas. “Espero que a lei seja votada e não me importo de eliminar essa parte dos provedores. Se o provedor quiser ser conivente, tudo bem. Não altera o principal do projeto, que é criar uma lei para os crimes no país”.

O senador do PSDB declara que “sempre esteve aberto ao aprimoramento” do projeto, porém, “alguns que fizeram parte do acordo inicial se acovardaram”, o que, segundo o político, dificulta a resolução do regulamento.

Ele ainda ressalta que projetos de leis sobre crimes virtuais são levados mais seriamente em outros países – citando o exemplo da comissão criada por Barack Obama nos Estados Unidos – e avalia que o Poder Executivo do Brasil está sendo omisso.

Nas discussões sobre a Lei Azeredo que não contam com a presença do Senador, a comissão tem o objetivo de definir se há algo que valha a pena apresentar em um projeto. E o principal ponto de discordância está nos chamados “logs de acesso” – os registros de uma conexão feita de um computador por um usuário. Alguns políticos querem levar o assunto para uma lei civil, e não criminal, como está agora.

O maior representante da frente “civil” nas reuniões é o deputado Paulo Teixeira (PT-SP), que diz que o “log é sugerir rastreamento”, com o apoio de pessoas ligadas ao software livre. “O registro deveria ser usado no plano civil e por autoridades apenas quando uma ordem judicial pedir a quebra de sigilo”, explica Teixeira.

O deputado petista se posiciona a favor da criação de uma nova lei, que segundo o próprio, tramitaria rapidamente até ser aprovada, ainda mais depois da recente declaração de Lula contra a Lei Azeredo, a que chamou de “censura” no 10º Fórum Internacional do Software Livre.

O relator da proposta na Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara,Julio Semeghini (PSDB-SP) defende a tese de que os provedores “guardem os logs e mais nada, de maneira sigilosa”. Para o político peessedebista, hoje, os logs de acesso são tratados como relação comercial, e o sigilo não é protegido. Por isso, ele defende que eles sejam guardados em lugares seguros, para depois ser usado em mandado judicial.

“Quando você comete um crime na vida real, os processos sempre têm uma base, um pedaço de cabelo, sempre há um rastro. Na internet, quando se solta um vírus para prejudicar imagem de alguém ou computador, não há como rastrear se proibir o log”, diz Julio Semeghini, do PSDB, sem ter apoio de Teixeira, do PT.

O político do PSDB ainda diz que alguns pontos da Lei Azeredo são bons e não precisam ser revisados. Segundo ele, uma parte seria aprovada e mandada para frente, e outra seria reescrita.

O deputado do PT, por sua vez, chegou até a comentar sobre o “enterro” da lei, na reunião da semana passada. O petista defende que se aproveite o consensual numa nova legislação. Por enquanto, sem acordo quanto aos logs, o projeto segue da mesma maneira: sem novidades, apenas possibilidades.

Fonte: Info

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Aug 26

Banda larga por cabos de energia tem preços competitivos por não precisar de novas redes.

Com projeção de chegar a 98% das residências em poucos anos, a energia elétrica vai se tornar o meio de acesso com maior capilaridade para a oferta de banda larga. Com preços competitivos – por não requerer implantação de novas redes – a banda larga por cabos de energia ou PLC (Powerline Communication) pode assumir papel importante na universalização da internet no País, disse ontem à Gazeta Mercantil, o gerente de Engenharia de Espectro da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Marcos de Souza Oliveira.

As velocidades nos testes do PLC da agência variaram de 1 a 16 megabits por segundo (Mbps) e se adequam ao conceito de banda larga da União Internacional de Telecomunicações (UIT), braço da Organização das Nações Unidas (ONU). O piso é de 2 Mbps. O regulamento que estabelece as condições de uso da rede elétrica foi aprovado e está sob consulta pública na Anatel desde terça-feira, por 30 dias. Após o prazo, as contribuições serão analisadas pela área técnica e o texto final será submetido à aprovação do Conselho Diretor da agência. Estima-se que ainda este ano a regulamentação permitirá a oferta, de forma direta (pela concessionária de energia) ou por compartilhamento da última milha com as prestadoras de telecomunicações.

Oliveira explicou que não há risco de o usuário ser surpreendido com uma descarga elétrica e levar “choque” ao acessar o serviço pela tomada de luz. “Os equipamentos do PLC separam o sinal elétrico, transmitido pelo cabo de energia na freqüência de 60 hertz, do sinal de telecomunicações, cuja transmissão será nas faixas de 1,7 megahertz a 50 megahrtz”, explicou. Apenas o sinal do serviço de dados que viabiliza a internet chega ao computador, por meio de um modem. Todos os equipamentos para venda do serviço ao público terão de ser certificados pela Anatel.

Embora a agência desconheça os planos das concessionárias de energia, já se sabe que algumas, como a Eletropaulo, têm interesse em tornar-se prestadora direta de PLC. Outras, como Cemig (Minas Gerais), Celg (Goiás), Copel e CEEE (Rio Grande do Sul), realizaram testes.

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