Nov 21

O navegador de internet do Google, o Chrome, superou o rival Firefox pela primeira vez em novembro e continua a diminuir a distância que o separa do líder do mercado Internet Explorer, da Microsoft, informou a empresa de análises na Internet StatCounter nesta quinta-feira.

“Podemos esperar por uma fascinante batalha entre a Microsoft e o Google na medida em que o crescimento do Chrome sugere que o navegador se tornará um verdadeiro rival para o Internet Explorer globalmente”, disse opresidente-executivo da StatCounter, Aodhan Cullen, em comunicado.

Em novembro, o Chrome viu sua participação de mercado quase dobrar frente a um ano atrás, para 25,7 por cento, enquanto o market share do Explorer caiu para 40,6 por cento -ante 48,2 por cento na comparação anual.

A participação do Firefox -que é popular na Europa- caiu globalmente para 25,2 por cento, ante 31,2 por cento em novembro de 2010.

O Safari, da Apple, fica com a distante quarta posição do mercado, com 5,9 por cento de market share, enquanto o Opera, quinto colocado, tem 1,8 por cento do mercado.

As estatísticas da StatCounter são baseadas em dados agregados de mais de 3 milhões de websites, com uma amostragem de mais de 15 bilhões de visualizações de páginas por mês.

Fonte: Info.

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Nov 19

Segundo alguns especialistas, diante do crescimento vertiginoso do Facebook, é provável que o próximo passo de Mark Zuckerberg seja lançar o seu próprio navegador de Internet, expandindo ainda mais a experiência do site entre os usuários.

Um artigo publicado por Gilad Avidan, colunista do site smorepages.com, levanta essa possibilidade com argumentos válidos sobre o futuro do projeto. De acordo com Gilad, antes o Facebook se preocupava em expandir o seu número de usuários. Agora, o objetivo é ter usuários cada vez mais engajados.

Um navegador do Facebook seria o início de um longo caminho para resolver o problema da divulgação de informações sobre as atualizações da rede aos usuários.

Além disso, segundo o colunista, ajudaria a solidificar a posição da rede social em uma “janela” de interação com o mundo. Com o navegador, os usuários estariam sempre conectados ao conteúdo publicado pelos seus amigos, tal como o Google+ faz no GMail. Outra vantagem é a possibilidade de ter a janela de bate-papo sempre disponível, e não apenas ao acessar a rede social.

Para o Google, no entanto, esses rumores soam como um verdadeiro pesadelo online. Gilad acredita que, de todas as grandes empresas de tecnologia, o site de Mark Zuckerberg é o que mais tem chances de lançar um navegador de sucesso, ainda mais com tecnologias como o WebKit, que torna o processo de desenvolvimento muito mais prático.

Segundo o colunista, o Facebook poderia driblar o fator de monetização, principalmente nos mecanismos de pesquisa, utilizando um motor de busca integrado à sua própria rede. Os membros do serviço poderiam fazer as suas buscas pela própria rede de dados do site, dispensando a busca do Google.

Se o projeto vingar e no primeiro ano o navegador do Facebook contar com 10% do mercado global, já seriam, pelo menos, 75 milhões de usuários ao redor do planeta utilizando o campo de buscas do site.

Fonte: SMorePages.

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Oct 31

A Microsoft revelou, nesta última terça-feira, que os navegadores Internet Explorer 8 e 9 bloqueiam entre 2 e 5 milhões de ataques de malwares diariamente. Segundo a empresa, 1 em cada 14 programas baixados são, posteriormente, identificados como maléficos aos usuários.

A gigante do software afirma que a tecnologia responsável pela segurança dos usuários de seus navegadores é a SmartScreen, que serviu como base para o seguimento de segurança do IE9. “O Internet Explorer é o único navegador a oferecer este tipo de proteção contra malwares que utilizam a engenharia social”, disse Jeb Haber, da equipe do Microsoft SmartScreen. Ainda segundo Haber, o SmartScreen já barrou, até hoje, 1,5 bilhão de tentativas de ataques. “Nosso objetivo é estabelecer uma reputação para os desenvolvedores de qualquer programa na internet para que os consumidores possam ter uma experiência mais segura e que facilite o download dos aplicativos”.

Segundo a empresa, com a adoção do SmartScreen pelo Internet Explorer 9, houve uma redução drástica nas infecções dos usuários do navegador:

- os usuários têm optado por excluir, em vez de salvar, 95% dos downloads aos quais o sistema alerta sobre o perigo;

- a aplicação tem evitado que mais de 20 milhões de novas infecções ocorram mensalmente;

- como o sistema já tem um catálogo das aplicações nas quais o usuário pode confiar, 90% dos downloads já não exibem mais o aviso de segurança do navegador.

Em março, a Microsoft revelou que 36 milhões de cópias do Internet Explorer 9 beta foram baixadas desde o seu lançamento, em setembro do ano passado. Em meados de março deste ano, a empresa liberou, para download, a versão final do navegador. O IE9 conta com suporte a HTML5, aceleração por hardware e significativas melhorias em segurança.

Fonte: WinRumors

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Jul 02

Baixe AGORA.

A Mozilla liberou o download da primeira versão de testes (pré-beta) do navegador Firefox 4. O browser está há quase dois anos em desenvolvimento.

O software, que ainda não foi lançado oficialmente, tem muitas novidades. A começar pelo design, totalmente diferente do Firefox 3.6. Na nova versão, os engenheiros sumiram com os comandos menus – agora acessíveis pela tecla Alt – e adicionaram um botão laranja (denominado App Button) na parte superior do navegador. Nele, o usuário terá acesso mais rápido a alguns comandos do software, como a parte de configurações, o histórico de navegação, entre outros.

O design do software mostra ícones novos e cantos arredondados, que contribuíram para deixar o visual do navegador bem mais limpo que o do antecessor. Além disso, a nova interface explora os recursos do Windows Aero. O que isto significa? O novo Firefox tem algumas partes semitransparentes que deixam as outras janelas do Windows à mostra.

A maior novidade da nova interface está nas abas. Na versão 4, elas estão localizadas na parte superior do navegador, logo acima da caixa de endereços do browser. O recurso deve ser a parte mais polêmica da nova versão. Contudo, a nova posição contribui para o software ficar com um estilo bastante minimalista.

Mais rápido

O Firefox 4 Beta também apresenta um novo motor. Preparado para os novos padrões web (leia-se HTML 5), ele resolve uma das principais reclamações dos usuários Firefox 3.6: a lentidão para inicializar. Em testes preliminares (e básicos), o navegador foi bem mais rápido que o antecessor para carregar. Como a Mozilla soltará, certamente, novas versões de teste, a agilidade do software para inicializar deve melhorar ainda mais – ou, nunca se sabe, piorar. O futuro dirá.

O novo motor do software aparentemente é mais ágil para carregar as páginas web – principalmente as pesadas com animações, vídeos ou com serviços online. Segundo a Mozilla, o novo coração do Firefox 4 também gerenciará melhor a memória consumida do sistema operacional e será mais estável que as versões anteriores – tanto na navegação quanto na execução dos add-ons.

Complementos

O browser Firefox 4 mostra ao mundo uma janela de complementos totalmente nova. Ela – que separa as funções em abas laterais – lembra uma página de internet. Bastante intuitiva, ela é bem mais fácil de acessar e usar. O bacana é que ela integrará uma galeria de plug-ins, ou seja, o usuário não precisará mais visitar um website para encontrar um complemento para o navegador.

Os complementos oferecidos na página de add-nos da Mozilla, na maior parte, não são compatíveis com o Firefox 4. A situação, no entanto, deve mudar nas próximas semanas, já que muitos desenvolvedores devem atualizar os complementos para funcionar na nova versão.

O Firefox 4 Beta só é oferecido, por enquanto, no idioma inglês. Em breve, a Mozilla deve soltar versões em outras línguas, incluindo o português. O software, por ainda estar em estágio de testes, pode apresentar alguns problemas de funcionamento.

Fonte: Info.

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Jun 27

Depois de meses em queda, o navegador da Microsoft, Internet Explorer, voltou a crescer entre os meses de maio e junho, de acordo com a última pesquisa consolidada da NetApplications.

Somando todas as suas versões, o Internet Explorer passou de 59,75% de uso para 60,32% em um mês. O maior crescimento aconteceu na última atualização do navegador, IE 8, mas – para pesadelo de muitos desenvolvedores – até mesmo o “descontinuado” IE6 teve um progresso de 0,01% no mês de junho.

Para os analistas, o bom crescimento do IE 8 se deve à campanha publicitária que a Microsoft veiculou por diversas mídias no início do mês passado, a fim de promover as capacidades de segurança do seu mais recente navegador. Os comerciais mostravam como o produto da companhia poderia ajudar a barrar infiltrações de criminosos virtuais.

Outra marca relevante da pesquisa da Net Applications é a queda do Firefox para menos de 24% do mercado – esteve com 23,81% do total. Dois meses atrás, pelo mesmo método de medição, o navegador da Mozilla havia passado pela primeira vez a barreira dos 25%.

Parte dessa queda deve vir não só do IE, mas também do crescimento do Google Chrome que vem em constante crescimento desde maio de 2009. Agora, o browser do Google tem 7,24% do mercado. Ano passado, neste período, não passava de 2,18%.

Na quarta colocação, o Safari se manteve estável e detém 4,85% do mercado de browsers. Em seguida, vem o Opera, que caiu de 2,4% para 2,27%.

A Net Applications mede o uso dos navegadores por meio da análise do conjunto de 160 milhões de visitantes únicos por mês para os sites que monitora.

Fonte: Info.

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Mar 29

Um dos inimigos do desempenho de qualquer browser são os plugins. Elementos como barras que ocupam espaço à toa no navegador, também deixam o software mais lento. Para fazer uma varredura nesses parasitas digitais, é só ir à aba Ferramentas, Gerenciar Complementos e desabilitar os aplicativos indesejados. Simples, não? Na mesma janela, vá a “Aceleradores” e também remova o que você não costuma utilizar.

Quando você entra em algum site várias vezes, o navegador memoriza algumas informações daquela página. Para que ele não fique revendo as mesmas informações sempre que você acessar o endereço, é indicado deixar esse processo automático. Para isso, basta acessar Ferramentas novamente, clicar nas configurações do Histórico de Navegação e selecionar o item “Automático”. Aproveite que já está por aí e confira se o espaço em disco a ser usado pelo navegador está em 50 mega.

Outra dica básica é sempre limpar o Cache, pois ele pode estar corrompido e atrasar a sua vida. Para limpar é fácil: clique em “Excluir” no “Histórico de Navegação” e deixe selecionadas apenas as caixas de “Cookies” e “Arquivos de Internet Temporários”. Ah, sabe aquelas janelinhas chatas chamadas pop-ups? Elas também podem atrapalhar a velocidade de conexão. Dentro de Privacidade você pode optar por bloquear essa opção e dizer adeus às janelinhas.

Depois dessas dicas, pode apostar: o seu Internet Explorer 8 vai ficar mais rápido!

Fonte: Olhar Digital.

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Jan 23

O YouTube anunciou um player experimental em HTML 5 que usa o codec H.264 ao invés do formato baseado no Adobe Flash. O novo sistema funcina com o Chrome e o Safari, mas não com o Firefox.

É um problema crítico para a Mozilla, que pode perder mercado, uma vez que boa parte do tráfego da internet vem do YouTube.

O codec não é um formato livre de royalties. E licenciar as patentes “violaria os princípior do software livre”, no qual a Mozilla se baseia.

Em um post em seu blog, o vice-presidente de engenharia da Mozilla, Mike Shaver, diz que a decisão envolve também questões financeiras: para licenciar as patentes do H.264, seriam necessários US$ 5 milhões anuais.  Shaver aponta também que este tipo de cobrança faria o sucesso do Firefox internet impossível.

O blogueiro da versão online do jornal inglês Guardian, Jack Schofield, observa em um post que a web já teve que lidar com patentes antes. Os principais expemplos são os formatos GIF e MP3, que tornaram-se ubíquos.

Depois que o GIF se tornou popular, a Unisys começou a pedir valores entre US$ 5 mil a US$ 7,5 mil para donos de sites pudessem usar GIF nos seus sites.

Internautas que apoiam software livre e código aberto dizem que o YouTube poderia simplesmente usar o codec Ogg/Theora codec, que oferece qualidade comparável ao H.264. Há um abaixo-assinado online para que isso aconteça no Petition Online.

Christopher Blizzard,evangelista da Mozilla, não acredita que o H.264 será a escolha final do Google, dona do YouTube. “Eles acabaram de comprar a On2, que tem tecnologias teoricamente melhores do que o H.264. Se o Google possui estas tecnologias, estão propensos a utilizá-las”.

Os vídeos na web nunca foram abertos na verdade, a exemplo dos codecs em formato RM da Real Networks, o QuickTime, da Apple, o Windows Media Video, da Microsfot, o DivC e Xvid e o Adobe Flash. Schofield acredita que nunca haverá um padrão aberto porque os donos de conteúdo incluem restrições em relação aos direitos autorais.

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Jan 18

A Microsoft pode se tornar a maior prejudicada no meio da polêmica entre o Google e a China . Com a revelação de que falhas no Internet Explorer foram utilizadas por hackers para lançar ataques contra o Google e outras 20 empresas na China, os governos da França e da Alemanha recomendam que seus cidadãos procurem outros programas para navegar pela internet. A falha no Internet Explorer foi descoberta pela McAfee e reconhecida pela Microsoft na semana passada.

O alerta da Secretaria Federal de Segurança da Informação da Alemanha foi dado na sexta-feira e seguido pelo Certa, o centro francês de combate a ataques cibernéticos, nesta segunda. Paris orienta os internautas a evitarem todas as versões do Internet Explorer. Todas as máquinas afetadas utilizam o Internet Explorer 6, de acordo com a Microsoft.

As versões mais recentes do browser também são vulneráveis, mas têm sistemas de proteção mais sofisticados, garante Cliff Evans, diretor de segurança da empresa, em entrevista à BBC. Segundo a Microsoft, o risco para os usuários é baixo e pode ser minimizado com mudanças nas configurações de “zona de segurança”, que deve ser marcada para “alta’. Essa opção, no entanto, torna a navegação mais restrita.

Mudar para outros navegadores, no entanto, também não é uma solução perfeita. Analistas afirmam que todos eles estão sujeitos a falhas e problemas de segurança. Além disso, alguns sites funcionam apenas no Internet Explorer ou ficar com diversas funções e com a visualização prejudicada em browsers alternativos, como o Firefox e o Chrome.

De qualquer maneira, é sempre importante manter o seu navegador atualizado, pois as versões mais novas têm sistema de segurança mais sofisticados e proteção contra as ameaças atuais. Portanto, baixe aqui o Internet Explorer 8 , Firefox 3.5.7 ou Chrome 2.0.

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Oct 24

Filtragem InPrivate evita que sites de terceiros reúnam informações sobre seus hábitos de navegação

O Internet Explorer 8 tem o modo de navegação Navegação InPrivate, que não deixa rastros de percursos pela web. O mesmo rótulo é usado para outro recurso de privacidade, a Filtragem InPrivate. Ela serve para evitar que sites de terceiros coletem informações sobre hábitos de navegação e, por exemplo, bombardeie o internauta com ofertas direcionadas. O browser faz isso ao avaliar as páginas visitadas e permitir o bloqueio da ação de provedores de conteúdo presentes no endereço, como anúncios e ferramentas de análise. É possível também definir o bloqueio automático de qualquer site de terceiro. Antes de decidir sobre o bloqueio de conteúdo, no entanto, esteja ciente de que algumas funcionalidades dos sites visitados poderão não estar disponíveis em futuros acessos.

Habilite o recurso

Para ativar o recurso, abra a opção Segurança na barra de comandos do IE (ou acione o menu Ferramentas) e selecione Filtragem InPrivate. Quando fizer isso pela primeira vez, o IE oferecerá duas opções: Bloquear Para Mim ou Deixar que Eu Escola que Provedores Receberão Minhas Informações. Se você selecionar a primeira, o bloqueio será automático. No segundo caso, você poderá selecionar que conteúdos bloquear.

Configura a filtragem

Se já tiver selecionado a filtragem, você poderá mudar suas configurações posteriormente. Para isso, clique em Segurança > Configurações de Filtragem. Na janela correspondente, clique em Bloquear Automaticamente se quiser que o IE cuide da privacidade por conta própria. Se desejar desativar o recurso, marque a opção Desativado. Se preferir, clique em Escolher Conteúdo Para Bloquear ou Permitir. Neste caso, você poderá bloquear ou permitir provedores individualmente e também terá a opção de definir o número de sites visitados que compartilham conteúdo de um mesmo provedor antes de ele ser colocado na lista – o número pode ser de 3 a 30. Quando alterar esse número, não deixe de clicar no botão Atualizar. Dúvidas sobre qual é a do provedor? Marque-o na lista e tente clicar no link Mais Informações Deste Provedor de Conteúdo. Em nossos testes, no entanto, a maioria dos links não funcionou. Para concluir, clique em OK.

Fonte: Info.

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Apr 18

O Secunia divulgou resultados sobre a segurança de navegadores em 2008. A grande surpresa foi o campeão dessa ingrata disputa: Firefox. O navegador, que usa a segurança como um dos principais chamarizes e diferenciais em relação ao Internet Explorer, teve 115 falhas descobertas, enquando os concorrentes ficaram na casa das 30.

Afinal, o que estaria acontecendo com o Firefox? A própria Mozilla respondeu. Segundo a empresa, o grande disparate entre os números se deve ao fato de que apenas ela contabiliza falhas descobertas internamente. As demais empresas, apenas colocam nessa contagem falhas descobertas por pessoas de fora, descontando bugs encontrados por desenvolvedores delas mesmas.

Lucas Adamski, diretor de engenharia de segurança da Mozilla, e autor do post que esclarece as coisas, critica duramente os métodos do Secunia, e diz que tal tipo de informação, divulgada sem os devidos esclarecimentos, é pobre e inútil, e que encoraja as empresas a ocultarem falhas descobertas, para manter o nome dos programas “limpo” na praça.

Fonte: WinAjuda/Neowin

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