Jul 02

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A Mozilla liberou o download da primeira versão de testes (pré-beta) do navegador Firefox 4. O browser está há quase dois anos em desenvolvimento.

O software, que ainda não foi lançado oficialmente, tem muitas novidades. A começar pelo design, totalmente diferente do Firefox 3.6. Na nova versão, os engenheiros sumiram com os comandos menus – agora acessíveis pela tecla Alt – e adicionaram um botão laranja (denominado App Button) na parte superior do navegador. Nele, o usuário terá acesso mais rápido a alguns comandos do software, como a parte de configurações, o histórico de navegação, entre outros.

O design do software mostra ícones novos e cantos arredondados, que contribuíram para deixar o visual do navegador bem mais limpo que o do antecessor. Além disso, a nova interface explora os recursos do Windows Aero. O que isto significa? O novo Firefox tem algumas partes semitransparentes que deixam as outras janelas do Windows à mostra.

A maior novidade da nova interface está nas abas. Na versão 4, elas estão localizadas na parte superior do navegador, logo acima da caixa de endereços do browser. O recurso deve ser a parte mais polêmica da nova versão. Contudo, a nova posição contribui para o software ficar com um estilo bastante minimalista.

Mais rápido

O Firefox 4 Beta também apresenta um novo motor. Preparado para os novos padrões web (leia-se HTML 5), ele resolve uma das principais reclamações dos usuários Firefox 3.6: a lentidão para inicializar. Em testes preliminares (e básicos), o navegador foi bem mais rápido que o antecessor para carregar. Como a Mozilla soltará, certamente, novas versões de teste, a agilidade do software para inicializar deve melhorar ainda mais – ou, nunca se sabe, piorar. O futuro dirá.

O novo motor do software aparentemente é mais ágil para carregar as páginas web – principalmente as pesadas com animações, vídeos ou com serviços online. Segundo a Mozilla, o novo coração do Firefox 4 também gerenciará melhor a memória consumida do sistema operacional e será mais estável que as versões anteriores – tanto na navegação quanto na execução dos add-ons.

Complementos

O browser Firefox 4 mostra ao mundo uma janela de complementos totalmente nova. Ela – que separa as funções em abas laterais – lembra uma página de internet. Bastante intuitiva, ela é bem mais fácil de acessar e usar. O bacana é que ela integrará uma galeria de plug-ins, ou seja, o usuário não precisará mais visitar um website para encontrar um complemento para o navegador.

Os complementos oferecidos na página de add-nos da Mozilla, na maior parte, não são compatíveis com o Firefox 4. A situação, no entanto, deve mudar nas próximas semanas, já que muitos desenvolvedores devem atualizar os complementos para funcionar na nova versão.

O Firefox 4 Beta só é oferecido, por enquanto, no idioma inglês. Em breve, a Mozilla deve soltar versões em outras línguas, incluindo o português. O software, por ainda estar em estágio de testes, pode apresentar alguns problemas de funcionamento.

Fonte: Info.

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Jun 27

Depois de meses em queda, o navegador da Microsoft, Internet Explorer, voltou a crescer entre os meses de maio e junho, de acordo com a última pesquisa consolidada da NetApplications.

Somando todas as suas versões, o Internet Explorer passou de 59,75% de uso para 60,32% em um mês. O maior crescimento aconteceu na última atualização do navegador, IE 8, mas – para pesadelo de muitos desenvolvedores – até mesmo o “descontinuado” IE6 teve um progresso de 0,01% no mês de junho.

Para os analistas, o bom crescimento do IE 8 se deve à campanha publicitária que a Microsoft veiculou por diversas mídias no início do mês passado, a fim de promover as capacidades de segurança do seu mais recente navegador. Os comerciais mostravam como o produto da companhia poderia ajudar a barrar infiltrações de criminosos virtuais.

Outra marca relevante da pesquisa da Net Applications é a queda do Firefox para menos de 24% do mercado – esteve com 23,81% do total. Dois meses atrás, pelo mesmo método de medição, o navegador da Mozilla havia passado pela primeira vez a barreira dos 25%.

Parte dessa queda deve vir não só do IE, mas também do crescimento do Google Chrome que vem em constante crescimento desde maio de 2009. Agora, o browser do Google tem 7,24% do mercado. Ano passado, neste período, não passava de 2,18%.

Na quarta colocação, o Safari se manteve estável e detém 4,85% do mercado de browsers. Em seguida, vem o Opera, que caiu de 2,4% para 2,27%.

A Net Applications mede o uso dos navegadores por meio da análise do conjunto de 160 milhões de visitantes únicos por mês para os sites que monitora.

Fonte: Info.

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Mar 29

Um dos inimigos do desempenho de qualquer browser são os plugins. Elementos como barras que ocupam espaço à toa no navegador, também deixam o software mais lento. Para fazer uma varredura nesses parasitas digitais, é só ir à aba Ferramentas, Gerenciar Complementos e desabilitar os aplicativos indesejados. Simples, não? Na mesma janela, vá a “Aceleradores” e também remova o que você não costuma utilizar.

Quando você entra em algum site várias vezes, o navegador memoriza algumas informações daquela página. Para que ele não fique revendo as mesmas informações sempre que você acessar o endereço, é indicado deixar esse processo automático. Para isso, basta acessar Ferramentas novamente, clicar nas configurações do Histórico de Navegação e selecionar o item “Automático”. Aproveite que já está por aí e confira se o espaço em disco a ser usado pelo navegador está em 50 mega.

Outra dica básica é sempre limpar o Cache, pois ele pode estar corrompido e atrasar a sua vida. Para limpar é fácil: clique em “Excluir” no “Histórico de Navegação” e deixe selecionadas apenas as caixas de “Cookies” e “Arquivos de Internet Temporários”. Ah, sabe aquelas janelinhas chatas chamadas pop-ups? Elas também podem atrapalhar a velocidade de conexão. Dentro de Privacidade você pode optar por bloquear essa opção e dizer adeus às janelinhas.

Depois dessas dicas, pode apostar: o seu Internet Explorer 8 vai ficar mais rápido!

Fonte: Olhar Digital.

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Jan 23

O YouTube anunciou um player experimental em HTML 5 que usa o codec H.264 ao invés do formato baseado no Adobe Flash. O novo sistema funcina com o Chrome e o Safari, mas não com o Firefox.

É um problema crítico para a Mozilla, que pode perder mercado, uma vez que boa parte do tráfego da internet vem do YouTube.

O codec não é um formato livre de royalties. E licenciar as patentes “violaria os princípior do software livre”, no qual a Mozilla se baseia.

Em um post em seu blog, o vice-presidente de engenharia da Mozilla, Mike Shaver, diz que a decisão envolve também questões financeiras: para licenciar as patentes do H.264, seriam necessários US$ 5 milhões anuais.  Shaver aponta também que este tipo de cobrança faria o sucesso do Firefox internet impossível.

O blogueiro da versão online do jornal inglês Guardian, Jack Schofield, observa em um post que a web já teve que lidar com patentes antes. Os principais expemplos são os formatos GIF e MP3, que tornaram-se ubíquos.

Depois que o GIF se tornou popular, a Unisys começou a pedir valores entre US$ 5 mil a US$ 7,5 mil para donos de sites pudessem usar GIF nos seus sites.

Internautas que apoiam software livre e código aberto dizem que o YouTube poderia simplesmente usar o codec Ogg/Theora codec, que oferece qualidade comparável ao H.264. Há um abaixo-assinado online para que isso aconteça no Petition Online.

Christopher Blizzard,evangelista da Mozilla, não acredita que o H.264 será a escolha final do Google, dona do YouTube. “Eles acabaram de comprar a On2, que tem tecnologias teoricamente melhores do que o H.264. Se o Google possui estas tecnologias, estão propensos a utilizá-las”.

Os vídeos na web nunca foram abertos na verdade, a exemplo dos codecs em formato RM da Real Networks, o QuickTime, da Apple, o Windows Media Video, da Microsfot, o DivC e Xvid e o Adobe Flash. Schofield acredita que nunca haverá um padrão aberto porque os donos de conteúdo incluem restrições em relação aos direitos autorais.

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Jan 18

A Microsoft pode se tornar a maior prejudicada no meio da polêmica entre o Google e a China . Com a revelação de que falhas no Internet Explorer foram utilizadas por hackers para lançar ataques contra o Google e outras 20 empresas na China, os governos da França e da Alemanha recomendam que seus cidadãos procurem outros programas para navegar pela internet. A falha no Internet Explorer foi descoberta pela McAfee e reconhecida pela Microsoft na semana passada.

O alerta da Secretaria Federal de Segurança da Informação da Alemanha foi dado na sexta-feira e seguido pelo Certa, o centro francês de combate a ataques cibernéticos, nesta segunda. Paris orienta os internautas a evitarem todas as versões do Internet Explorer. Todas as máquinas afetadas utilizam o Internet Explorer 6, de acordo com a Microsoft.

As versões mais recentes do browser também são vulneráveis, mas têm sistemas de proteção mais sofisticados, garante Cliff Evans, diretor de segurança da empresa, em entrevista à BBC. Segundo a Microsoft, o risco para os usuários é baixo e pode ser minimizado com mudanças nas configurações de “zona de segurança”, que deve ser marcada para “alta’. Essa opção, no entanto, torna a navegação mais restrita.

Mudar para outros navegadores, no entanto, também não é uma solução perfeita. Analistas afirmam que todos eles estão sujeitos a falhas e problemas de segurança. Além disso, alguns sites funcionam apenas no Internet Explorer ou ficar com diversas funções e com a visualização prejudicada em browsers alternativos, como o Firefox e o Chrome.

De qualquer maneira, é sempre importante manter o seu navegador atualizado, pois as versões mais novas têm sistema de segurança mais sofisticados e proteção contra as ameaças atuais. Portanto, baixe aqui o Internet Explorer 8 , Firefox 3.5.7 ou Chrome 2.0.

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Oct 24

Filtragem InPrivate evita que sites de terceiros reúnam informações sobre seus hábitos de navegação

O Internet Explorer 8 tem o modo de navegação Navegação InPrivate, que não deixa rastros de percursos pela web. O mesmo rótulo é usado para outro recurso de privacidade, a Filtragem InPrivate. Ela serve para evitar que sites de terceiros coletem informações sobre hábitos de navegação e, por exemplo, bombardeie o internauta com ofertas direcionadas. O browser faz isso ao avaliar as páginas visitadas e permitir o bloqueio da ação de provedores de conteúdo presentes no endereço, como anúncios e ferramentas de análise. É possível também definir o bloqueio automático de qualquer site de terceiro. Antes de decidir sobre o bloqueio de conteúdo, no entanto, esteja ciente de que algumas funcionalidades dos sites visitados poderão não estar disponíveis em futuros acessos.

Habilite o recurso

Para ativar o recurso, abra a opção Segurança na barra de comandos do IE (ou acione o menu Ferramentas) e selecione Filtragem InPrivate. Quando fizer isso pela primeira vez, o IE oferecerá duas opções: Bloquear Para Mim ou Deixar que Eu Escola que Provedores Receberão Minhas Informações. Se você selecionar a primeira, o bloqueio será automático. No segundo caso, você poderá selecionar que conteúdos bloquear.

Configura a filtragem

Se já tiver selecionado a filtragem, você poderá mudar suas configurações posteriormente. Para isso, clique em Segurança > Configurações de Filtragem. Na janela correspondente, clique em Bloquear Automaticamente se quiser que o IE cuide da privacidade por conta própria. Se desejar desativar o recurso, marque a opção Desativado. Se preferir, clique em Escolher Conteúdo Para Bloquear ou Permitir. Neste caso, você poderá bloquear ou permitir provedores individualmente e também terá a opção de definir o número de sites visitados que compartilham conteúdo de um mesmo provedor antes de ele ser colocado na lista – o número pode ser de 3 a 30. Quando alterar esse número, não deixe de clicar no botão Atualizar. Dúvidas sobre qual é a do provedor? Marque-o na lista e tente clicar no link Mais Informações Deste Provedor de Conteúdo. Em nossos testes, no entanto, a maioria dos links não funcionou. Para concluir, clique em OK.

Fonte: Info.

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Apr 18

O Secunia divulgou resultados sobre a segurança de navegadores em 2008. A grande surpresa foi o campeão dessa ingrata disputa: Firefox. O navegador, que usa a segurança como um dos principais chamarizes e diferenciais em relação ao Internet Explorer, teve 115 falhas descobertas, enquando os concorrentes ficaram na casa das 30.

Afinal, o que estaria acontecendo com o Firefox? A própria Mozilla respondeu. Segundo a empresa, o grande disparate entre os números se deve ao fato de que apenas ela contabiliza falhas descobertas internamente. As demais empresas, apenas colocam nessa contagem falhas descobertas por pessoas de fora, descontando bugs encontrados por desenvolvedores delas mesmas.

Lucas Adamski, diretor de engenharia de segurança da Mozilla, e autor do post que esclarece as coisas, critica duramente os métodos do Secunia, e diz que tal tipo de informação, divulgada sem os devidos esclarecimentos, é pobre e inútil, e que encoraja as empresas a ocultarem falhas descobertas, para manter o nome dos programas “limpo” na praça.

Fonte: WinAjuda/Neowin

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Apr 13

Apesar de toda a divulgação que canais de tecnologia, como o ArleyJunior.Net, fazem de novas versões do Internet Explorer, na real a maioria esmagadora dos usuários do programa só ficam sabendo de novas versões quando o Windows se encarrega de baixá-las automaticamente, via Windows/Microsoft. Update. A história se repete no Internet Explorer 8, que começará a ser distribuído automaticamente na próxima semana.

O detalhe curioso é que o navegador não será instalado sem a intervenção do usuário. O que será distribuído é um sistema de apresentação da nova versão do navegador, com status de alta prioridade (Windows XP/Server 2003) e importante (Vista/Server 2008), que avisa as pessoas sobre a atualização. Esse aviso dá três opções: instalar imediatamente, perguntar depois, ou não instalar. Escolhendo a primeira ou a última opção, o aviso não mais aparece. Mesmo escolhendo a última, a instalação pode ser realizada posteriormente, só que de forma manual (download do instalador).

Em ambientes corporativos, a atualização do IE é muito mais delicada do que se imagina. Por conta de serviços homologados, cuja homologação às vezes demora a sair para as últimas versões do programa, é normal a atualização ser retardada propositadamente. Para esses casos, a Microsoft disponibiliza uma ferramenta que bloqueia a instalação (entenda o “aviso”) automática, o IE8 Blocker Toolkit. Para usuários domésticos, existe uma dica simples que resolve o problema. Basta, no Registro (WinKey + R, digite regedit.exe e dê Enter), criar a seguinte chave:

HKEY_LOCAL_MACHINE\SOFTWARE\Microsoft\Internet Explorer\Setup\8.0\DoNotAllowIE80

E atribuir valor 1 (um) a ela. Mas lembre-se: é sempre recomendável utilizar as últimas versões dos aplicativos, especialmente navegadores, por motivos de segurança. Além disso, o Internet Explorer 8 conta com um modo de compatibilidade, que renderiza às páginas utilizando o motor do IE7, o que minimiza muito as dores de cabeça motivadas pelo novo motor, mais complacente com padrões web, uma das maiores novidades dessa versão.

Fonte: BetaNews

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Mar 20

O serviço de análise de tráfego da web StatCounter avalia que o Internet Explorer 8 conseguiu conquistar 1,56% dos usuários de internet no mundo nos dois primeiros dias em que esteve disponível para download.

Este dado não quer dizer que o IE tomou mercado de competidores como Chrome ou Firefox, mas sim que muita gente que já usava o navegador da Microsoft atualizou seu aplicativo. Há ainda, muitos curiosos que não pretendem usar o IE no dia a dia, mas quiseram baixá-lo para testar o produto de que tantos falam.

Só nas primeiras 24 horas em que esteve disponível, o IE8 faturou 1,39% do mercado. No segundo dia, este número cresceu para 1,56 ponto percentual.

Apenas para efeito de comparação, quando a Mozilla liberou seu Firefox 3, em meio à campanha “Dowload Day”, conseguiu fazer a versão novíssima abocanhar 7,8% dos usuários em três dias, segundo a mesma StatCounter.

O Chrome causou furor ao estrear, conquistando milhões de usuários já nas primeiras horas em que esteve disponível e ultrapassando até o clássico Opera. O navegador do Google, no entanto, não sustentou o crescimento fabuloso e, meses depois, aparece praticamente empatado com o Opera em termos de market share.

Para fazer o download do Internet Explorer 8, vá ao post do lançamento.

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Mar 19

Agora é oficial – lançada a versão final do Internet Explorer 8: mais seguro, mais rápidos, e com novos recursos que vão fazer a diferença na sua navegação, e para as suas soluções. Baixe agora em http://www.microsoft.com/brasil/ie8

Você, que participa das Comunidades da Microsoft, já conhece os recursos do IE8? Conhece mesmo? Veja se consegue responder as perguntas abaixo:

Meu site está pronto para o IE8?
R: descubra em http://msdn.microsoft.com/pt-br/ie/default.aspx

Qual é o navegador mais rápido da internet?
R: Veja o comparativo aqui: http://www.microsoft.com/windows/internet-explorer/beta/videos.aspx?vindex=14

Qual é o único browser com proteção XSS?
R: IE8, que traz outros grandes avanços em segurança, como nenhum outro.

Onde encontro extensões para o IE8?
R: Viste: http://ieaddons.com/br

Você sabe se estão te monitorando na Internet?
R: Use o recurso da Filtragem do inPrivate, único no IE8, e descubra quem anda te vendo na internet

Baixe agora mesmo o IE8 e aproveite para instalar as Web Slices do MSDN.

Gostou do IE8? Qual é a sua opinião? Escreva no fórum: http://social.msdn.microsoft.com/Forums/pt-BR/iept/threads/

Aproveite bem a nova internet,
Comunidades MSDN e TechNet.

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