May 17

O incêndio que atingiu o galpão do Instituto Butantan no último sábado abriu espaço para duas novas discussões, sobre as condições de condicionamento dos equipamentos e sobre as possibilidades de recuperação dos arquivos dos dispositivos avariados.

Segundo o especialista em recuperação de dados, Carlos Santos, 32, do Hospital do HD, os arquivos armazenados nos HDs das máquinas do Instituto Butantan podem ser recuperados. “Inicialmente, eles estavam protegidos pelo CPU, o que evita um contato direto com as chamas. O que importa é o estado de conservação das mídias internas dos discos”, diz Santos.

Durante as quase 12 horas que durou o incêndio, a temperatura dentro do galpão chegou a 1.200º C.

Apesar disso, Santos afirma que a restauração é possível. “Há um mês, recuperei os dados de um HD e de um HD externo que passaram por uma situação parecida. O notebook chegou até aqui praticamente derretido”, diz Santos.

Nesses casos, o processo começa pela limpeza e secagem dos discos. Na sequencia, é realizada a leitura das trilhas das mídias. Caso o equipamento não possa mais ser ligado, as mídias são retiradas e instaladas em um outro modelo idêntico ao danificado. “Por isso, é importante manter cópias das etiquetas dos HDs”, ressalta Santos.Na maioria dos modelos, as mídias dos HDs são feitas de uma liga metálica capaz de resistir a altas temperaturas.

Medidas de proteção

Ao que tudo indica, o Instituto Butantan não possuía uma cópia de seus arquivos digitalizados. Porém, não basta ter apenas o backup. Em casos como esses, é importante que ele esteja armazenado em um lugar diferente da central de processamento de dados.

Em relação aos HDs externos, Santos orienta para que eles não fiquem ligados durante o dia todo, e funcionem apenas como dispositivos de armazenamento e cópia.

Para quem mantém backups em DVDs, as cópias devem ser refeitas a cada cinco anos, período considerado de vida útil segura das mídias.

Por último, vale alocar os discos e os backups em um local alto, a fim de evitar que entrem em contato com a água em caso de inundação ou enchente.

Fonte: Info.

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Jul 11

O Silverlight, a cada versão que passa, agrega mais funções, melhora as já existentes, e aumenta a confiança do desenvolvedor e do usuário. A terceira versão, lançada há pouco, um dia antes que o esperado, dá continuidade a esse bom histórico. Quer ver com seus próprios olhos? Faça o download primeiro.

Desde a primeira versão, há um forte enfoque no streaming de vídeo. No Silverlight 3 RTW não é diferente. A tecnologia Smooth Streaming, que permite a visualização de vídeos em HD de acordo com a banda disponível, é um excelente exemplo dessa atenção. Ela, somada ao suporte nativo a formatos como MPEG-4,  AAC e H.264, torna o trabalho de designers e programadores bem mais simplificado, e o resultado, de alta qualidade. Há uma demo do Smooth Streaming aqui (o vídeo é bem legal).

Outras novidades que valem destacar são suporte a SEO, que ajuda no posicionamento de sites em buscadores como Google e Bing, e suporte a multi-touch. Coisas que o Flash, da Adobe, principal concorrente do Silverlight, ainda não é capaz de oferecer. E falando em Adobe, uma das mais alardeadas características do Silverlight 3, que é a capacidade de rodar aplicações fora do navegador, é um tiro no peito do AIR.

O Silverlight 3 roda em Windows e Mac OS X, nos navegadores Internet Explorer, Firefox e Safari. O instalador tem cerca de 4 MB, e a instalação é do tipo um clique – basta executar e pronto.

Fonte: WinAjuda.

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Feb 10

 

Atualmente têm aparecido no mercado Desktops sendo vendidos com até 1TB de dados, compostos de 2×500GB. A idéia é ter o máximo de espaço em um único computador, sem precisar de discos adicionais ou ainda HDs externos.

A fabricante Western Digital, conhecida mundialmente por seus HDs de excelente qualidade, lançou no mercado um HD de 2TB, ou seja, o equivalente a 2048 GB!! é espaço que não acaba mais…

O novo WD Caviar Green mede apenas 3.5 polegadas e 32MB de cache. Pode ser conectado ao computador via USB/FireWire/eSata. O preço para tanto espaço é de 300 dólares.

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Dec 22

Para especialista, elevado número de senhas possíveis para abrir o disco rígido de Daniel Dantas torna a tarefa da Polícia Federal quase impossível.

Há cinco meses tentando abrir um disco rígido criptografado apreendido num apartamento do banqueiro Daniel Dantas, a Polícia Federal decidiu pedir ajuda a técnicos do FBI para tentar quebrar a proteção do disco.

Segundo a presidente da SecuStar no Brasil, Alessandra Godói, a criptografia usada no disco rígido de Dantas não é das mais sofisticadas que existem no mercado. Mesmo, assim, se o usuário do HD tiver criado uma senha muito complexa, a tarefa de abrir o computador é quase impossível.

“A chave de 128 bits (usada no HD Dantas) não é das mais complexas. Há casos de discos com estas chaves abertos por meio de técnicas como checar na memória do HD se a senha está ali armazenada. Ou então tentando combinações simples, como a chapa do carro do usuário, seu time de futebol preferido ou outras senhas mais ou menos óbvias. Se o usuário criar uma senha com muitos algarismos, usar sinais como asterisco e números, então, eu digo que é praticamente impossível abrir um HD assim”, diz Alessandra.

“Não vou dizer que é 100% impossível porque não sabemos que tecnologias vão ser inventadas no futuro. Mas, exceto se o usuário criar uma senha óbvia, não há como abrir um HD criptografado, explica a especialista.

Alessandra diz que criptografias do tipo AEF256 são mais complexas e permitem tanta variedade de sinais como, por exemplo, um movimento de mouse. “Uma criptografia desse tipo levaria 10 milhões de anos para ser decifrada, mesmo se houvesse 10 mil PCs tentando ininterruptamente descobrir a senha”, afirma Alessandra.

A Polícia Federal sabe das dificuldades e, por isso, analisa pedir à Justiça americana que obrigue a companhia que desenvolveu o software de segurança a fornecer um método para abrir o HD. “Acho muito difícil a PF obter sucesso deste modo. Primeiro, porque as leis americanas protegem fortemente a privacidade. Segundo porque a senha não é criada pela empresa e sim pelo usuário, que o faz na privacidade de seu lar”, analisa Alessandra.

Criptografia sofre restrições no mundo

Segundo Alessandra, o poder das criptografias é tão grande que vários países proíbem usuários comuns de usá-las livremente. “Na França, por exemplo, o máximo que um usuário comum pode usar como criptografia é uma chave de 128 bits. Usar um nível de segurança superior a isto é crime. Só o Estado pode usar recursos mais sofisticados, como chaves do tipo AEF256, restritas a informações militares por exemplo”, conta Alessandra.

Na China, o uso de criptografia sem autorização legal pode levar o usuário para a cadeia e até gerar uma condenação à morte, caso as informações criptografadas de modo ilegal sejam consideradas perigosas à soberania e os interesses do Estado chinês.

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Jul 15

A próxima geração dos HDs Barracuda, da Seagate, terá um modelo com 1,5 terabytes – um salto de 500 GB em relação à versão anterior. O novo 7200.11 chega às lojas americanas em agosto.

O produto usa quatro discos e interface SATA de 3 Gb/s. A taxa de transferência, segundo a empresa, é de 120 MB/s.

O preço do HD ainda não foi anunciado, mas a versão antiga, de 1 TB, é vendida atualmente no Brasil por 2 000 reais.

O dispositivo terá outras seis tamanhos: 1 TB, 750 GB, 640 GB, 500 GB, 320 GB e 160 GB.

O rápido crescimento na capacidade de armazenamento tem sido possível por causa da tecnologia de gravação perpendicular, bem mais eficaz do que o método longitudinal, utilizado até 2005.

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