Jul 26

Algumas páginas da web recarregam-se periodicamente, de forma automática, para atualizar informações. Apesar de interessante, isso pode aumentar bastante o consumo de memória do navegador. No Firefox é possível barrar esse comportamento. Tecle about:config no campo de endereço do Firefox, pressione o botão “Serei Cuidadoso, Eu Prometo” e localize a opção accessibility.blockautorefresh. Clique duas vezes nela e mude seu valor para True. Depois disso, nenhuma página conseguirá fazer a recarga automática.

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Jun 27

Depois de meses em queda, o navegador da Microsoft, Internet Explorer, voltou a crescer entre os meses de maio e junho, de acordo com a última pesquisa consolidada da NetApplications.

Somando todas as suas versões, o Internet Explorer passou de 59,75% de uso para 60,32% em um mês. O maior crescimento aconteceu na última atualização do navegador, IE 8, mas – para pesadelo de muitos desenvolvedores – até mesmo o “descontinuado” IE6 teve um progresso de 0,01% no mês de junho.

Para os analistas, o bom crescimento do IE 8 se deve à campanha publicitária que a Microsoft veiculou por diversas mídias no início do mês passado, a fim de promover as capacidades de segurança do seu mais recente navegador. Os comerciais mostravam como o produto da companhia poderia ajudar a barrar infiltrações de criminosos virtuais.

Outra marca relevante da pesquisa da Net Applications é a queda do Firefox para menos de 24% do mercado – esteve com 23,81% do total. Dois meses atrás, pelo mesmo método de medição, o navegador da Mozilla havia passado pela primeira vez a barreira dos 25%.

Parte dessa queda deve vir não só do IE, mas também do crescimento do Google Chrome que vem em constante crescimento desde maio de 2009. Agora, o browser do Google tem 7,24% do mercado. Ano passado, neste período, não passava de 2,18%.

Na quarta colocação, o Safari se manteve estável e detém 4,85% do mercado de browsers. Em seguida, vem o Opera, que caiu de 2,4% para 2,27%.

A Net Applications mede o uso dos navegadores por meio da análise do conjunto de 160 milhões de visitantes únicos por mês para os sites que monitora.

Fonte: Info.

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May 08

Mesmo sendo fã do Firefox desde tempos imemoriais, você anda irritado com a lerdeza no carregamento do browser e começa a pensar seriamente em migrar de vez para o Chrome? Calma. Não é para tanto. O browser da Mozilla ainda tem muito a oferecer. Basta dar um choque na raposa para ela acelerar. Veja como.

Gosto muito do Firefox. Mas, vamos encarar os fatos, há dias em que ele se arrasta. A culpa não é (só) do pessoal da Mozilla. É nossa também. Ninguém resiste a tentação de instalar montes de extensões e pouca gente perde tempo configurando as opções mais avançadas do navegador. Daqui para frente, alguns conselhos para mudar isso.

Dieta de plug-ins
Nem deveria começar falando o óbvio, mas, o primeiro passo para aliviar o Firefox é reduzir o número de add-ons ao máximo que conseguir. Existem três caminhos para praticar o desapego às extensões.

Primeiro, desinstalar as besteirinhas.

Segundo, desabilitar plugins pouco usados (Ferramentas-Complementos-Desativar).

Terceiro, criar perfis de usuário diferentes. Você pode criar um perfil com tudo desativado, com um Firefox redux, e outro perfil com todas as extensões que você tem direito. É só fechar o Firefox, e chamar o navegador por meio do Executar, do Menu Iniciar do Windows. Digite firefox.exe –ProfileManager. O gerenciador de perfis vai aparecer e você já pode criar um novo usuário.

Outra possibilidade é usar o Firefox Portable que, segundo uma lenda urbana, roda mais rápido do que o Firefox normal.

Ajustes finos
Digitando “about:config” na barra de endereços, você encontrará um novo mundo de opções de configuração para o Firefox. Para começar, altere o item network.http.pipelining.

Digite about:config e busque por network.http.pipelining. Em seguida, mude o status do item para True. Depois, busque por network.http.pipelining.maxrequests, abra o item e troque seu valor para 30. Volte ao network.http.pipelining e torne seu valor para False.

O próximo passo é mexer no network.dns.disableIPv6. Encontre-o e mude seu valor para falso. Faça o processo inverso com o item plugin.expose_full_path.

Agora, busque por network.protocol-handler.external.ms-help.
Clique com o botão-direito sobre ele e escolha Nova opção – Número Inteiro. Na caixa de diálogo que aparecerá, digite nglayout.initialpaint.delay e, em seguida, informe como valor o número zero.

Repetindo esse processo, crie outro Número Inteiro com o nome content.notify.backoffcount e informe 5 como valor. Para finalizar, crie mais um parâmetro, com o nome ui.submenuDelay e zero como valor. Basta reiniciar o Firefox para conferir os resultados.

Fonte: Info.

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Mar 31

Complemento do browser torna o acesso ao serviço de tradução do Google muito mais rápido e prático

Quer ler sites internacionais mas não sabe nada de inglês? O Google Translate é a melhor ferramenta de tradução, mas para evitar a chateação de ter de copiar a URL ou o texto para acessar o serviço, você pode usar a extensão GTranslate. Basta selecionar o texto desejado e clicar com o botão direito do mouse nele, acessando Translate. Depois de instalar o add-on, acesse Ferramentas > Complementos e pressione Preferências. Troque, então, a língua de tradução para o português.

Fonte: Info.

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Mar 23

A frente de suas próprias previsões, a Mozilla disponibilizou há pouco a versão 3.6.2 do seu navegador Firefox.

De acordo com a fundação, o lançamento, em fase beta, contém uma série de melhorias na estabilidade e na segurança do browser, incluindo o conserto de alguns problemas críticos que permitiam a execução remota de códigos maliciosos.

O browser ganhou também upgrades na velocidade de navegação, personalização, restauração de sessões e no uso de abas e do campo de endereços.

A versão chega dois meses depois do lançamento oficial do Firefox 3.6. Em meio ao acúmulo de alterações, a 3.6.1 foi pulada diretamente para a 3.6.2.

Gratuita, a atualização do navegador pode ser baixada para qualquer sistema operacional – com algumas requisições específicas disponíveis, veja aqui.

A lista completa de bugs corrigidos e pequenas alterações pode ser encontrada no site da desenvolvedora.

Baixe agora AQUI.

Fonte: Info.

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Jan 23

O YouTube anunciou um player experimental em HTML 5 que usa o codec H.264 ao invés do formato baseado no Adobe Flash. O novo sistema funcina com o Chrome e o Safari, mas não com o Firefox.

É um problema crítico para a Mozilla, que pode perder mercado, uma vez que boa parte do tráfego da internet vem do YouTube.

O codec não é um formato livre de royalties. E licenciar as patentes “violaria os princípior do software livre”, no qual a Mozilla se baseia.

Em um post em seu blog, o vice-presidente de engenharia da Mozilla, Mike Shaver, diz que a decisão envolve também questões financeiras: para licenciar as patentes do H.264, seriam necessários US$ 5 milhões anuais.  Shaver aponta também que este tipo de cobrança faria o sucesso do Firefox internet impossível.

O blogueiro da versão online do jornal inglês Guardian, Jack Schofield, observa em um post que a web já teve que lidar com patentes antes. Os principais expemplos são os formatos GIF e MP3, que tornaram-se ubíquos.

Depois que o GIF se tornou popular, a Unisys começou a pedir valores entre US$ 5 mil a US$ 7,5 mil para donos de sites pudessem usar GIF nos seus sites.

Internautas que apoiam software livre e código aberto dizem que o YouTube poderia simplesmente usar o codec Ogg/Theora codec, que oferece qualidade comparável ao H.264. Há um abaixo-assinado online para que isso aconteça no Petition Online.

Christopher Blizzard,evangelista da Mozilla, não acredita que o H.264 será a escolha final do Google, dona do YouTube. “Eles acabaram de comprar a On2, que tem tecnologias teoricamente melhores do que o H.264. Se o Google possui estas tecnologias, estão propensos a utilizá-las”.

Os vídeos na web nunca foram abertos na verdade, a exemplo dos codecs em formato RM da Real Networks, o QuickTime, da Apple, o Windows Media Video, da Microsfot, o DivC e Xvid e o Adobe Flash. Schofield acredita que nunca haverá um padrão aberto porque os donos de conteúdo incluem restrições em relação aos direitos autorais.

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Jul 13

Acabou o mistério. A surpresa que a Microsoft prometeu para hoje é, de fato, o Office 2010 – junto com o Office Web Applications 2010 e o Microsoft Mobile 2010. O anúncio ainda não foi feito oficialmente, mas vazaram alguns vídeos num site promocional já removido (mas o cache do Google não perdoa).

Office Web Applications 2010

O Office Web Applications 2010 é a versão “leve” do pacote Office que roda no navegador. Segundo o TechCrunch, o produto será GRATUITO, e terá versões leves de Word, Excel, PowerPoint e OneNote. Entenda “leve” como desprovida de alguns recursos avançados. De qualquer maneira, será totalmente compatível com o programa desktop e com visualizadores de celulares.

A Microsoft pretende atingir o público de estudantes e jovens com essa variação gratuita, mas analistas já preveem uso massivo dela por usuários domésticos e até pequenas empresas.

As versões browser-based funcionarão, até onde se sabe, em Windows e OS X, tanto no Internet Explorer, quanto no Firefox.

PowerPoint 2010 rodando no Firefox.

Word 2010 rodando em navegador.

 

Excel 2010 rodando em navegador.

Os aplicativos do Office Web Applications 2010 poderão ser criados, editados e compartilhados com outros contatos.

Microsoft Mobile 2010

Para celulares, a Microsoft apresentou um visualizador fortemente integrado à nuvem. A diferença em relação a visualizadores normais é que o Microsoft Mobile 2010 renderiza o documento no lado servidor, o que permite que, virtualmente, qualquer dispositivo seja capaz de lê-los – inclusive BlackBerries e iPhones.

Microsoft Mobile 2010.

Alguns vídeos vazaram mais cedo, mas a exemplo do site promocional do Office 2010, também sumiram. Long Zheng compilou uma lista com eles; no momento estão indisponíveis, embora às vezes apareçam, mas provavelmente voltarão à ativa, em definitivo, logo após o keynote na Worldwide Partner Conference.

Fonte: WinAjuda

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Jun 04

O Download Day, campanha promovida pela Mozilla para incentivar o download do Firefox 3.0, tinha como objetivo criar o inexistente recorde do programa mais baixado em 24 horas. Não só o recorde foi criado e o Firefox foi para o Guinness Book, como a campanha foi um enorme sucesso: mais de 8,2 milhões de downloads em um único dia e outros 20 milhões no primeiro mês.

Com o lançamento da versão 3.5 do Firefox, teremos mais uma, o Fastest Firefox. O objetivo não é criar outro recorde (ou quebrar um). A nova campanha da Mozilla destaca a rapidez do navegador, consequentemente, visando incentivar o download/upgrade para o Firefox 3.5. Segundo a Mozilla, o Firefox 3.5 é duas vezes mais rápido que a versão 3.0 e 10 vezes que a o Firefox 2.

 

O Fastest Firefox consiste no seguinte: Gravar e enviar um vídeo mostrando o que você faz de mais rápido. Pode ser fazendo tricô, lançando hambúrgueres, escovando os dentes, enfim, qualquer coisa mesmo. Os únicos pré-requisitos são ser criativo em 30 segundos ou menos e enviar seu vídeo, de no máximo 100 MB, antes do dia 21/06. Os termos, condições e mais informações para participar podem ser encontradas aqui.

Os melhores vídeos serão editados e exibidos após o lançamento do Firefox 3.5. Não é nada de muito importante, mas o que vale é participar. Boa sorte aos aventureiros!

Fonte: Guia do PC

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Apr 18

O Secunia divulgou resultados sobre a segurança de navegadores em 2008. A grande surpresa foi o campeão dessa ingrata disputa: Firefox. O navegador, que usa a segurança como um dos principais chamarizes e diferenciais em relação ao Internet Explorer, teve 115 falhas descobertas, enquando os concorrentes ficaram na casa das 30.

Afinal, o que estaria acontecendo com o Firefox? A própria Mozilla respondeu. Segundo a empresa, o grande disparate entre os números se deve ao fato de que apenas ela contabiliza falhas descobertas internamente. As demais empresas, apenas colocam nessa contagem falhas descobertas por pessoas de fora, descontando bugs encontrados por desenvolvedores delas mesmas.

Lucas Adamski, diretor de engenharia de segurança da Mozilla, e autor do post que esclarece as coisas, critica duramente os métodos do Secunia, e diz que tal tipo de informação, divulgada sem os devidos esclarecimentos, é pobre e inútil, e que encoraja as empresas a ocultarem falhas descobertas, para manter o nome dos programas “limpo” na praça.

Fonte: WinAjuda/Neowin

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Apr 02

Diquinha simples, mas que tem algum efeito sobre o devorador de memória Firefox. Saiu no Lifehacker, eu testei e notei uma ligeira melhora, e por isso decidi compartilhar a dica com vocês, caros leitores.

O Firefox, por padrão, guarda o histórico dos últimos 90 (noventa) dias. Esse número é elevado, principalmente se comparado à média dos navegadores alguns anos atrás. É bem verdade que hoje os computadores são bem mais rápidos que os Pentium II e AMD K6-II de outrora, mas nem por isso devemos exagerar, né?

Além disso, temos a awesome bar (nova barra de endereços), que busca páginas armazenadas nos favoritos e no histórico enquanto o usuário digita algo nela. No desktop não sinto tanto, mas no notebook com Windows XP, o primeiro acesso à awesome bar é estupidamente lento…

Limitar o tamanho do histórico do Firefox faz com que o programa abra mais rapidamente (menos informação para carregar), e deixa a busca em tempo real da barra de endereços mais ágil também.

Para fazer essa dica, vá ao menu Ferramentas, e entre em Opções… Lá, clique na aba Privacidade, e edite o valor Manter um histórico de pelo menos XX dias, que provavelmente estará em 90. Nos meus computadores estou utilizando 6 (seis) dias; o recomendável é algo entre 5 (cinco) e 9 (nove) dias.

Para que essa medida surta efeito, é preciso limpar o histórico atual do Firefox. Para fazer isso, vá ao menu Ferramentas, clique em Limpar dados pessoais…, selecione Histórico e clique no botão Limpar dados pessoais.

Feche o Firefox, brinque na awesome bar, veja o resultado. A dica não é milagrosa, não resolverá problemas crônicos de lentidão do navegador, mas dará um gás em cenários onde, no geral, seu desempenho é aceitável. Em todo caso, vale a pena ser testada.

Fonte: WinAjuda

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