Jul 12

O Google anunciou ontem que pretende diminuir o período entre uma atualização e outra de seu navegador, o Chrome.

De acordo com a empresa, as atualizações devem ser divulgadas agora com um intervalo de seis semanas – metade do tempo gasto atualmente pelo Google para ofertar uma nova versão do produto.

“Os números das versões começarão a se mover um pouco mais rápido agora (6.0, 7.0, 8.0, 9.0). Por favor, não dê muita importância à mudança desses números. Nós apenas estamos nos movendo em ciclos, e trabalhando para oferecer produtos novos aos usuários”, disse a empresa em comunicado.

Dessa forma, as novidades virão em blocos menores, o que permitirá aos desenvolvedores obter um feedback mais especifico em um espaço de tempo menor.

O novo formato também diminui a pressão sobre os engenheiros da empresa, que, caso não finalizem alguma nova função a tempo para a divulgação, não precisão esperar por mais meses para ter o trabalho divulgado, o que proporciona maior flexibilidade.

Baixe o navegador Chrome AQUI.

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Jul 02

Baixe AGORA.

A Mozilla liberou o download da primeira versão de testes (pré-beta) do navegador Firefox 4. O browser está há quase dois anos em desenvolvimento.

O software, que ainda não foi lançado oficialmente, tem muitas novidades. A começar pelo design, totalmente diferente do Firefox 3.6. Na nova versão, os engenheiros sumiram com os comandos menus – agora acessíveis pela tecla Alt – e adicionaram um botão laranja (denominado App Button) na parte superior do navegador. Nele, o usuário terá acesso mais rápido a alguns comandos do software, como a parte de configurações, o histórico de navegação, entre outros.

O design do software mostra ícones novos e cantos arredondados, que contribuíram para deixar o visual do navegador bem mais limpo que o do antecessor. Além disso, a nova interface explora os recursos do Windows Aero. O que isto significa? O novo Firefox tem algumas partes semitransparentes que deixam as outras janelas do Windows à mostra.

A maior novidade da nova interface está nas abas. Na versão 4, elas estão localizadas na parte superior do navegador, logo acima da caixa de endereços do browser. O recurso deve ser a parte mais polêmica da nova versão. Contudo, a nova posição contribui para o software ficar com um estilo bastante minimalista.

Mais rápido

O Firefox 4 Beta também apresenta um novo motor. Preparado para os novos padrões web (leia-se HTML 5), ele resolve uma das principais reclamações dos usuários Firefox 3.6: a lentidão para inicializar. Em testes preliminares (e básicos), o navegador foi bem mais rápido que o antecessor para carregar. Como a Mozilla soltará, certamente, novas versões de teste, a agilidade do software para inicializar deve melhorar ainda mais – ou, nunca se sabe, piorar. O futuro dirá.

O novo motor do software aparentemente é mais ágil para carregar as páginas web – principalmente as pesadas com animações, vídeos ou com serviços online. Segundo a Mozilla, o novo coração do Firefox 4 também gerenciará melhor a memória consumida do sistema operacional e será mais estável que as versões anteriores – tanto na navegação quanto na execução dos add-ons.

Complementos

O browser Firefox 4 mostra ao mundo uma janela de complementos totalmente nova. Ela – que separa as funções em abas laterais – lembra uma página de internet. Bastante intuitiva, ela é bem mais fácil de acessar e usar. O bacana é que ela integrará uma galeria de plug-ins, ou seja, o usuário não precisará mais visitar um website para encontrar um complemento para o navegador.

Os complementos oferecidos na página de add-nos da Mozilla, na maior parte, não são compatíveis com o Firefox 4. A situação, no entanto, deve mudar nas próximas semanas, já que muitos desenvolvedores devem atualizar os complementos para funcionar na nova versão.

O Firefox 4 Beta só é oferecido, por enquanto, no idioma inglês. Em breve, a Mozilla deve soltar versões em outras línguas, incluindo o português. O software, por ainda estar em estágio de testes, pode apresentar alguns problemas de funcionamento.

Fonte: Info.

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Jun 27

Depois de meses em queda, o navegador da Microsoft, Internet Explorer, voltou a crescer entre os meses de maio e junho, de acordo com a última pesquisa consolidada da NetApplications.

Somando todas as suas versões, o Internet Explorer passou de 59,75% de uso para 60,32% em um mês. O maior crescimento aconteceu na última atualização do navegador, IE 8, mas – para pesadelo de muitos desenvolvedores – até mesmo o “descontinuado” IE6 teve um progresso de 0,01% no mês de junho.

Para os analistas, o bom crescimento do IE 8 se deve à campanha publicitária que a Microsoft veiculou por diversas mídias no início do mês passado, a fim de promover as capacidades de segurança do seu mais recente navegador. Os comerciais mostravam como o produto da companhia poderia ajudar a barrar infiltrações de criminosos virtuais.

Outra marca relevante da pesquisa da Net Applications é a queda do Firefox para menos de 24% do mercado – esteve com 23,81% do total. Dois meses atrás, pelo mesmo método de medição, o navegador da Mozilla havia passado pela primeira vez a barreira dos 25%.

Parte dessa queda deve vir não só do IE, mas também do crescimento do Google Chrome que vem em constante crescimento desde maio de 2009. Agora, o browser do Google tem 7,24% do mercado. Ano passado, neste período, não passava de 2,18%.

Na quarta colocação, o Safari se manteve estável e detém 4,85% do mercado de browsers. Em seguida, vem o Opera, que caiu de 2,4% para 2,27%.

A Net Applications mede o uso dos navegadores por meio da análise do conjunto de 160 milhões de visitantes únicos por mês para os sites que monitora.

Fonte: Info.

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May 30

O Google planeja lançar seu sistema operacional Chrome “no final do ano,” disse um importante executivo da empresa nesta quarta-feira, para reforçar a competição contra a rival Microsoft e seu Windows.

O sistema Chrome será projetado inicialmente para funcionar em laptops, disse Sundar Pinchai, diretor do projeto Chrome, a jornalistas, durante a feira de computação Computex.

“Seremos seletivos quanto à maneira pela qual chegaremos ao mercado porque desejamos propiciar uma ótima experiência ao usuário,” disse. “Estamos pensando tanto em termos de hardware quanto de software.”

O Google busca desafiar o domínio do sistema operacional Windows, que é utilizado em mais de 90 por cento dos computadores pessoais.

Na quinta-feira, a Microsoft se mostrou indiferente aos esforços do Google para desenvolver um sistema operacional de fonte aberta, afirmando que os criadores de software teriam de criar outras versões dos mesmos aplicativos para diferentes marcas.

Pichai contestou a alegação, afirmando que a semelhança no núcleo básico significaria que as empresas de software não precisariam desenvolver uma nova versão para o Chrome.”O Chrome OS é um dos poucos futuros sistemas operacionais para os quais já existem milhões de aplicativos funcionais,” disse Pichai. “Não é preciso mudar o projeto do Gmail para que ele funcione com o Chrome. O Facebook não precisa criar um aplicativo novo para o Chrome”, disse ele.

O software de fonte aberta permite que empresas de tecnologia como a Acer desenvolvam versões próprias do sistema utilizando um esqueleto fornecido pelo Google, atendendo suas necessidades próprias.

O sistema operacional Chrome terá como peça central um navegador para Web, e todo o software, incluindo aplicativos sofisticados como os usados para edição de fotos e vídeos, será armazenado em servidores externos, a chamada computação em nuvem.

“Antecipamos que uma geração de aplicativos, entre eles os jogos, funcione a partir do navegador,” disse Pichai.

Fonte: Info.

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May 23

Veja como liberar a RAM usada pelo browser do Google e melhorar o desempenho do seu sistema

Apesar de veloz, o Chrome é um devorador voraz de memória RAM. Mesmo após fechar as abas, a memória utilizada por elas não é liberada de imediato. Para contornar isso, clique no ícone do navegador com o botão direito e escolha Propriedades. Para completar, adicione — purge-memory-button ao final do campo destino. Feito isso, no Chrome, tecle Shift + Esc, escolha uma guia e pressione Purge Memory para liberar memória.

Fonte: Info.

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May 08

Mesmo sendo fã do Firefox desde tempos imemoriais, você anda irritado com a lerdeza no carregamento do browser e começa a pensar seriamente em migrar de vez para o Chrome? Calma. Não é para tanto. O browser da Mozilla ainda tem muito a oferecer. Basta dar um choque na raposa para ela acelerar. Veja como.

Gosto muito do Firefox. Mas, vamos encarar os fatos, há dias em que ele se arrasta. A culpa não é (só) do pessoal da Mozilla. É nossa também. Ninguém resiste a tentação de instalar montes de extensões e pouca gente perde tempo configurando as opções mais avançadas do navegador. Daqui para frente, alguns conselhos para mudar isso.

Dieta de plug-ins
Nem deveria começar falando o óbvio, mas, o primeiro passo para aliviar o Firefox é reduzir o número de add-ons ao máximo que conseguir. Existem três caminhos para praticar o desapego às extensões.

Primeiro, desinstalar as besteirinhas.

Segundo, desabilitar plugins pouco usados (Ferramentas-Complementos-Desativar).

Terceiro, criar perfis de usuário diferentes. Você pode criar um perfil com tudo desativado, com um Firefox redux, e outro perfil com todas as extensões que você tem direito. É só fechar o Firefox, e chamar o navegador por meio do Executar, do Menu Iniciar do Windows. Digite firefox.exe –ProfileManager. O gerenciador de perfis vai aparecer e você já pode criar um novo usuário.

Outra possibilidade é usar o Firefox Portable que, segundo uma lenda urbana, roda mais rápido do que o Firefox normal.

Ajustes finos
Digitando “about:config” na barra de endereços, você encontrará um novo mundo de opções de configuração para o Firefox. Para começar, altere o item network.http.pipelining.

Digite about:config e busque por network.http.pipelining. Em seguida, mude o status do item para True. Depois, busque por network.http.pipelining.maxrequests, abra o item e troque seu valor para 30. Volte ao network.http.pipelining e torne seu valor para False.

O próximo passo é mexer no network.dns.disableIPv6. Encontre-o e mude seu valor para falso. Faça o processo inverso com o item plugin.expose_full_path.

Agora, busque por network.protocol-handler.external.ms-help.
Clique com o botão-direito sobre ele e escolha Nova opção – Número Inteiro. Na caixa de diálogo que aparecerá, digite nglayout.initialpaint.delay e, em seguida, informe como valor o número zero.

Repetindo esse processo, crie outro Número Inteiro com o nome content.notify.backoffcount e informe 5 como valor. Para finalizar, crie mais um parâmetro, com o nome ui.submenuDelay e zero como valor. Basta reiniciar o Firefox para conferir os resultados.

Fonte: Info.

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Jan 23

O YouTube anunciou um player experimental em HTML 5 que usa o codec H.264 ao invés do formato baseado no Adobe Flash. O novo sistema funcina com o Chrome e o Safari, mas não com o Firefox.

É um problema crítico para a Mozilla, que pode perder mercado, uma vez que boa parte do tráfego da internet vem do YouTube.

O codec não é um formato livre de royalties. E licenciar as patentes “violaria os princípior do software livre”, no qual a Mozilla se baseia.

Em um post em seu blog, o vice-presidente de engenharia da Mozilla, Mike Shaver, diz que a decisão envolve também questões financeiras: para licenciar as patentes do H.264, seriam necessários US$ 5 milhões anuais.  Shaver aponta também que este tipo de cobrança faria o sucesso do Firefox internet impossível.

O blogueiro da versão online do jornal inglês Guardian, Jack Schofield, observa em um post que a web já teve que lidar com patentes antes. Os principais expemplos são os formatos GIF e MP3, que tornaram-se ubíquos.

Depois que o GIF se tornou popular, a Unisys começou a pedir valores entre US$ 5 mil a US$ 7,5 mil para donos de sites pudessem usar GIF nos seus sites.

Internautas que apoiam software livre e código aberto dizem que o YouTube poderia simplesmente usar o codec Ogg/Theora codec, que oferece qualidade comparável ao H.264. Há um abaixo-assinado online para que isso aconteça no Petition Online.

Christopher Blizzard,evangelista da Mozilla, não acredita que o H.264 será a escolha final do Google, dona do YouTube. “Eles acabaram de comprar a On2, que tem tecnologias teoricamente melhores do que o H.264. Se o Google possui estas tecnologias, estão propensos a utilizá-las”.

Os vídeos na web nunca foram abertos na verdade, a exemplo dos codecs em formato RM da Real Networks, o QuickTime, da Apple, o Windows Media Video, da Microsfot, o DivC e Xvid e o Adobe Flash. Schofield acredita que nunca haverá um padrão aberto porque os donos de conteúdo incluem restrições em relação aos direitos autorais.

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Jul 09

A Google, acredite se quiser, está ainda mais ágil e poderosa. Além de promover vários serviços web, tirando deles o rótulo “beta” (até que enfim!), a empresa de Mountain View anunciou estar criando um sistema operacional. Depois de anos de especulação, o tal gOS, que na realidade por enquanto se chama Google Chrome Operating System, torna-se realidade.

No anúncio, Sundar Pichai, diretor de engenharia da Google, diz que o sistema é uma evolução natural do navegador Chrome, e que embora o Android seja um SO multiplataforma, inclusive com a possibilidade de aparecer em netbooks, é um projeto separado do Chrome OS. Este, por sua vez, tem uma proposta bem simples: ser rápido, sempre, e confiável. Os aspectos principais dele são velocidade, simplicidade e segurança. A arquitetura do programa é, nas palavras de Pichai, simples: o navegador Chrome, rodando num gerenciador de janelas novo, em cima do kernel Linux. A plataforma é a web. Web apps já existentes são os programas do Chrome OS, e isso quer dizer que eles não serão exclusivos do navegador, funcionarão em Windows, Linux e OS X. Desenvolvedores que conheçam e trabalhem com linguagens web estão automaticamente aptos a programar para Chrome OS.

O Chrome OS rodará tanto em processadores x86, quanto ARM; será open source, e focará, a princípio, o mercado de netbooks. A Google já conversa com parceiros OEM, e espera liberar o sistema para consumidores finais no segundo semestre de 2010.

Com uma proposta simples e corajosa, o Chrome OS aparentemente comerá pelas beiradas. Iniciará sua vida pelos netbooks, aparelhos com proposta bem definida, hardware limitado (em todos os sentidos), geralmente usado para tarefas simples e fortemente baseado na web. Algo parecido com o que o promissor Moblin é, mas com o jeito Google de ser, que, por sua vez, passa pelas necessidades do usuário e simplicidade. Num trecho do post-anúncio, Pichai diz:

Ouvimos muitos de nossos usuários, e a mensagem deles é clara – computadores precisam melhorar. As pessoas querem seus e-mails intantaneamente, sem perder tempo esperando seus computadores ligarem e navegadores abrirem. Eles querem computadores que sempre rodem tão rápido quanto da primeira vez em que o ligaram. Eles querem seus arquivos acessíveis não importa aonde estejam e sem ter que se preocupar em perder o computador ou esquecer de fazer backup. Ainda mais importante, eles não querem gastar horas configurando seus computadores para funcionar com um novo hardware, ou se preocupar com atualizações de software constantes. E a cada vez que nossos usuários têm uma experiência melhor no computador, a Google se beneficia também por ter usuários felizes que ficam propensos a passar mais tempo na Internet.

Os grifos são meus, e denotam algumas previsões (inspiradas livremente em rumores e lançamentos anteriores):

  • Uso intenso do Google Gears, para que o computador seja “usável” mesmo sem acesso à Internet;
  • Sistema de armazenamento de arquivos (o “Google Drive”) finalmente lançado;
  • Trabalho exemplar no suporte a hardware – algo que beneficia indiretamente o Linux, base do Chrome OS.

Acho que, após anos, décadas de vida relativamente mansa, a Microsoft finalmente terá um adversário à altura para seu Windows.

Fonte: WinAjuda.

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May 19

O navegador da Google chegou de surpresa e, graças ao grandioso esquema de marketing da gigante da internet, conseguiu entrar na guerra dos navegadores. Inclusive passando alguns concorrentes antigos, como Opera. Hoje, depois de algum tempo restrito em desenvolvimento, a Google liberou a versão final do Chrome 2.0.

Segundo o blog oficial do Chrome, as (poucas) novidades da versão são:

  • Possibilidade de remover as miniaturas de sites de novas guias. Uma das mudanças mais requisitada pelos usuários no navegador.
  • Modo tela cheia. O recurso é antigo e pode ser encontrado em praticamente todos os navegadores do mercado, mas no Chrome é uma novidade da versão, que pode ser acionado com a tecla F11.
  • Preenchimento automático de formulários. Outra funcionalidade antiga que finalmente foi implementada no navegador.
  • Estabilidade melhorada – mais de 300 bugs foram corrigidos.
  • Maior velocidade de carregamento, graças a nova versão da engine, a WebKit, e atualização do V8, motor JavaScript do Chrome.

O download, para o Windows, pode ser feito na página oficial do Chrome. Caso prefira o instalador offline, o link direto é esse.

Fonte: Guia do PC

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Mar 20

O serviço de análise de tráfego da web StatCounter avalia que o Internet Explorer 8 conseguiu conquistar 1,56% dos usuários de internet no mundo nos dois primeiros dias em que esteve disponível para download.

Este dado não quer dizer que o IE tomou mercado de competidores como Chrome ou Firefox, mas sim que muita gente que já usava o navegador da Microsoft atualizou seu aplicativo. Há ainda, muitos curiosos que não pretendem usar o IE no dia a dia, mas quiseram baixá-lo para testar o produto de que tantos falam.

Só nas primeiras 24 horas em que esteve disponível, o IE8 faturou 1,39% do mercado. No segundo dia, este número cresceu para 1,56 ponto percentual.

Apenas para efeito de comparação, quando a Mozilla liberou seu Firefox 3, em meio à campanha “Dowload Day”, conseguiu fazer a versão novíssima abocanhar 7,8% dos usuários em três dias, segundo a mesma StatCounter.

O Chrome causou furor ao estrear, conquistando milhões de usuários já nas primeiras horas em que esteve disponível e ultrapassando até o clássico Opera. O navegador do Google, no entanto, não sustentou o crescimento fabuloso e, meses depois, aparece praticamente empatado com o Opera em termos de market share.

Para fazer o download do Internet Explorer 8, vá ao post do lançamento.

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