
Oito a cada dez navegadores está propenso a ataques, devido a brechas de segurança decorrentes de falta de atualizações em plug-ins.
A pesquisa foi elaborada pela empresa de segurança Qualys, com base em sua ferramenta que faz uma varredura nos browsers e seus plug-ins para medir suas vulnerabilidades.
Excluindo os plug-ins, a segurança dos navegadores como Chrome, IE, Firefox, Opera e Safari é garantida devido às atualizações automáticas, sendo que apenas 25% dos browsers testados tiveram vulnerabilidades não corrigidas.
Porém, os plug-ins não são integrados a essas correções e necessitam ser atualizados manualmente, e acabam representando um alto índice de ataques aos computadores.
De acordo com a pesquisa, o complemento mais visado é o Java, que obteve vulnerabilidades em mais de 40% das máquinas testadas. Em seguida veio o plug-in Adobe Reader, com 32% das instalações sem atualização. O QuickTime, da Apple, aparece em terceira colocação, com 25% das máquinas sem correções.
Especialistas apontam que as próximas gerações dos navegadores e sites poderão resolver o problema com a introdução do protocolo HTML5, que permite incorporar os plug-ins nas atualizações automáticas dos browsers.

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