Jun 19

Para garantir que os usuários mantenham um maior controle e, consequentemente, uma maior segurança das atividades de suas contas, o Google disponibilizou uma nova página na qual a empresa lista todas as atividades recentes das Contas Google, como logins realizados com sucesso, geração de senhas específicas para aplicativos ou a instalação do Google Authenticator.

Na nova página, que pode ser acessada através da opção “Segurança” da página de configurações das Contas Google, a empresa lista o dia e horário em que houve a atividade, bem como o dispositivo e navegador utilizados no acesso ou tentativa de acesso, além do país e IP de origem. Em todos os casos, se o usuário desconhecer o log gerado automaticamente, terá a opção de alterar a sua senha imediatamente.

Diferente da opção “Últimas atividades da conta”, que pode ser encontrada dentro do Gmail, as atividades recentes listam apenas uma atividade por tentativa de acesso, independente de ter ocorrido com ou sem sucesso. No Gmail, uma atividade é gerada a cada atividade, o que acaba gerando dados desnecessários a cada vez que o usuário acessa as suas mensagens através de um dispositivo móvel, por exemplo.

Fonte: TechTudo.

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May 07

O Viber, famoso app de mensagens e ligações gratuitas nos smartphones, chegou aos computadores. O serviço comemorou a marca de 200 milhões de usuários com o lançamento de novas versões desktop para Windows e Mac OS, além de uma grande atualização para iPhone e Android.

A partir de hoje, usuários do Viber poderão baixar o aplicativo para seus computadores. Com ele, é possível transferir as chamadas entre a versão desktop e o app móvel com apenas um clique. Os dois programas funcionarão também de forma integrada, com sincronização as mensagens recebidas e enviadas, além de oferecer a opção de apagar as conversas em qualquer um dos aparelhos.

Com uma interface intuitiva, o Viber para Desktop traz uma outra grande e boa novidade para o público. O programa agora suporta videochamadas de computador para computador, assim como o Skype. A função ainda não está disponível para o aplicativo para smartphones, mas a empresa afirma que trará essa funcionalidade em breve.

Usuários do iPhone e Android receberam também a versão 3.0 do aplicativo móvel. A atualização chega com algumas mudanças visuais, nova ferramenta para melhorar a qualidade de chamada, verificação de status dos contatos e suporte para oito novos idiomas.

Fonte: Engadget

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Apr 16

Um novo vírus está circulando pela Internet e, dessa vez, ele atinge os boletos bancários acessados online. Divulgado nesta manhã (15/04) pelo “Linha Defensiva”, site especializado em segurança na web, o vírus – que está ativo há pelo menos três semanas – é capaz de detectar quando um boleto é visualizado no navegador e alterar a numeração da linha digitável para desviar o destino do pagamento.

Mas engana-se quem pensa que só aqueles que visualizam as contas online podem ser vítimas do golpe. Caso o usuário imprima o boleto, por exemplo, a numeração continuará incorreta e o valor pago será destinado a uma outra conta, diferente da que deveria receber o dinheiro. O vírus é tão bem planejado que os valores e datas de vencimentos das contas não são alteradas, o que dificulta a percepção da fraude de forma simples. É importante lembrar que o malware altera os códigos de qualquer página que tenha a palavra “boleto” e uma linha digitável, exceto os de contas de consumo como telefone e energia elétrica.

Boleto alterado, com destaque para as diferenças na linha digitável e no código de barras (Foto: Reprodução)

Boleto alterado, com destaque para as diferenças na linha digitável e no código de barras (Foto: Reprodução)

De acordo com o “Linha Defensiva”, o malware pode usar qualquer banco como conta de destino. Ele encaminha os dados do boleto para um servidor que, por sua vez, os altera. Enquanto o processo ocorre, a exibição da página sofre uma certa lentidão. No entanto, as modificações ocorrem de forma rápida o suficiente para que o usuário não perceba a fraude.

Apesar da dificuldade de percepção do vírus, os que estiverem muito atentos aos documentos podem acabar reparando as modificações. Tudo porque o vírus não altera a logo do banco que acompanha o boleto, deixando evidente um possível erro (em outras palavras, o documento pode ter um banco como destino, mas a conta estar com a logo de outro). Além disso, a praga não altera o código de barras. Por isso, ela acrescenta ao mesmo um elemento HTML “spam”. Este, por sua vez, insere espaços no meio do código de barras, impedindo o uso do mesmo.

Como funciona o vírus no seu computador

Antes de mais nada, o malware detecta a presença de anti-vírus no PC e tenta removê-los. Para garantir ainda mais a eficácia do golpe, ele desabilita o firewall do sistema operacional da máquina, efetua uma cópia de si mesmo com um nome aleatório e configura o Windows para que o arquivos seja iniciado junto com o computador.

Com constante contato com um servidor de controle – que armazena todas as informações sobre os computadores infectados (IP, nome e localização geográfica) -, o vírus monitora as atividades do usuário no PC e percebe quando um boleto é acessado no navegador. Quando a atividade é detectada, o processo de alteração dos números e quebra do código de barras se inicia, obrigando que a transação seja feita para a conta fraudulenta. Por contar com funções que evitam a análise do código, o vírus consegue burlar alguns sistemas automáticos de análise de comportamento.

Além da capacidade de manipulação de boletos, a praga ainda é capaz de capturar as senhas do Facebook e Hotmail do usuário. Com isso, o vírus é disseminado pela web.

Caso a fraude seja confirmada em um de seus boletos, procure a polícia para realizar um boletim de ocorrência e entre imediatamente em contato com o local de pagamento do boleto para verificar possíveis maneiras de revertê-lo.

Fonte: Linha Defensiva

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Apr 12

Alguns computadores com Windows 7 não conseguem mais fazer boot no sistema: ou eles entram em um loop infinito de reinicialização, ou surge a temida tela azul. A Microsoft reconhece o problema, causado por uma atualização, e pede “desculpas por qualquer inconveniência”.

Segundo comunicado da Microsoft, o bug está restrito ao Brasil. Ainda não há um conserto oficial: a empresa diz que está “trabalhando ativamente para resolvê-lo”, mas você pode testar as opções abaixo.

A falha envolve o KB2823324, uma atualização de segurança para o driver ntfs.sys, responsável pelo acesso ao sistema de arquivos. Ela foi distribuída para diversas versões do Windows, mas o bug parece impactar apenas o Windows 7 de 32 bits.

Se você já está com o problema, estas sugestões do Clube do Hardware podem ajudar:

  • Durante o boot, tecle F8 continuamente até aparecer um menu com opções de boot;
  • Escolha a opção “Modo de segurança com prompt de comando”;
  • Digite o seguinte comando, trocando “C:” pela letra do disco onde o Windows está instalado: dism.exe /image:C:\ /cleanup-image /revertpendingactions
  • Reinicie o computador.

Se não der certo, pegue seu DVD do Windows 7, e faça boot através dele. Quando aparecer a interface do Windows, clique na opção “Reparar o computador”, clique em Prompt de Comando e digite o comando acima.

Não deu certo? Feche o prompt de comando, clique em “Restauração do Sistema” e siga as instruções. Se ainda não for possível fazer boot, substitua o arquivo ntfs.sys por uma versão mais antiga seguindo estas instruções.

Quando você enfim fizer boot no Windows 7, evite que o problema volte desativando a atualização KB2823324. Abra o menu Iniciar, digite “update” e clique em Windows Update. Clique na lista de atualizações a serem instaladas, procure a atualização que termina em KB2823324, e clique na caixa ao lado dela para desmarcá-la.

Para imprevistos como este, é importante preparar um disco de boot. Primeiro, baixe o Ubuntu. Depois, coloque um DVD vazio no seu computador, clique com o botão direito no arquivo baixado, escolha “Gravar imagem do disco”, e clique em Gravar. Agora, quando você não conseguir entrar no Windows, faça boot através deste DVD: você poderá ter acesso a seus arquivos e à internet, e será mais fácil procurar por soluções ou continuar trabalhando.

A Microsoft ainda não divulgou uma solução para o bug no Windows 7, mas manteremos vocês informados quando isso acontecer. Vale lembrar que outras versões do Windows (8, Vista, XP) não são afetadas pelo problema.

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Apr 11

A empresa de segurança online AV-Test criou um ranking para comparar e analisar os principais antivírus para Windows 8. A companhia realizou um teste com 26 softwares que já estão disponíveis para os usuários da plataforma da Microsoft. Cada um dos programas foi avaliado em três categorias: proteção, performance e usabilidade.

A avaliação teve alguns resultados surpreendentes. Em primeiro lugar, ficou o Bitdefender que alcançou uma pontuação de 17 em um máximo de 18 pontos. O app foi perfeito em usabilidade e proteção, mas foi descontado na categoria performance .

O AVG Anti-Virus Free Edition 2013, software bastante conhecido pelos usuários brasileiros, também foi bem avaliado, principalmente nos quesitos usabilidade e proteção. Em performance, ele teve nota melhor até do que do primeiro colocado. Mas, mesmo assim, a aplicação sequer  ficou entre os três primeiros colocados no ranking, com 15.5 pontos.

O antivírus BullGuard, que registrou 16.5 pontos, angariou o segundo lugar no teste, enquanto a terceira colocação fcou com o Kaspersky, que marcou 16.  Já Windows Defender, desenvolvido pela própria Microsoft – e que já vem embutido no Windows 8 – , não foi muito bem e somou apenas 11.5. Portanto, a recomendação é de que o usuário do sistema operacional instale softwares adicionais para proteger o PC.

Fonte: Neowin

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Mar 27

Enfim, as ligações gratuitas por voz do Facebook estão disponíveis para usuários do Brasil. Um representante da maior rede social do mundo confirmou que este recurso deve chegar, aos poucos, às versões móveis do serviço, tanto para o sistema Android como também para iOS.

O recurso foi lançado há algum tempo nos Estados Unidos, no início do ano, e o claro objetivo por trás da novidade é realizar uma grande concorrência a outros programas, como Skype e Viber. Afinal, a base de usuários do Facebook é enorme e permitir que existe uma comunicação gratuita por voz entre eles é um grande serviço.

“Acabamos de lançar ligações usando o Facebook no Brasil. A funcionalidade – que eu ajudei a desenvolver – está sendo disponibilizada gradualmente para os usuários da aplicação do Facebook para iPhone, Facebook Messenger para iPhone e Facebook Messenger para Android”, anunciou Thiago Hirai, engenheiro de software do Facebook, em publicação no seu perfil da rede social.

A novidade só está acessível para quem já associou sua conta do Facebook ao número de telefone celular onde usa o aplicativo. Para iniciar a ligação, é bem simples: abra uma conversa com um amigo e toque no ícone com um ‘i’ no canto direito superior. Depois, é só selecionar ‘Ligação gratuita’. O botão só estará habilitado para quem também tem sua conta associada e uma versão atualizada do aplicativo.

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Mar 26

Se você é uma daquelas pessoas que adora falar mal do trabalho no Twitter, uma nova ferramenta online vai estimulá-lo a fazer isso com ainda mais frequência: é o Fire Me! O aplicativo rastreia tuítes de usuários que reclamam de seus empregos e chefes na web.

O sistema funciona, à princípio, em inglês e categoriza os tuítes em quatro áreas: haters (maus empregados), horrible bosses (chefes intragáveis), sexual intercourses (o chefe que se…) e os “potential killers” (assassinos em potencial). Obviamente, tudo com muito bom humor. Os tuítes são divididos pelos termos utilizados nas mensagens.

Desenvolvido por alemães, o FireMe! é um site que exibe este conteúdo online com uma diagramação bem simples. Além disso, ele oferece opções extras, como um ranking com os que mais falam, verificação da sua conta no Twitter, possíveis desempregados e uma opção para mudar o idioma do serviço para o português do Brasil.

Na verificação da conta, você pode ver tudo o que já falou mal de seu chefe ou emprego e ter uma noção de “quão perto você está de ser demitido”. Esta ferramenta, porém, parece ser uma ótima aliada também para os próprios chefes, que podem simplesmente colocar o login do Twitter do usuário no site e ver tudo o que eles já falaram sobre seu emprego.

Fonte: O Globo

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Feb 28

O Windows 8, antes de hibernar por falta de carga, retém uma pequena quantidade de energia como margem de segurança. Se você quiser ficar o máximo de tempo possível com o computador longe da tomada, diminuir o nível de bateria crítica nas configurações do sistema operacional pode render alguns preciosos minutos de autonomia. Para isso, basta seguir os passos abaixo.

Passo 1. Pressione “WinKey (tecla com o símbolo do Windows) + X” para exibir o menu de atalhos do Windows 8. Nele, clique em “Painel de Controle”;

Passo 2. No Painel de Controle, selecione a opção “Hardware e Sons” e abra “Opções de Energia”;

Passo 3. Ao lado do plano de energia que você costuma utilizar quando o notebook está desconectado da tomada (geralmente “Economia de energia”), clique em “Alterar configurações do plano”;

Passo 4. Em seguida, escolha “Alterar configurações de energia avançadas”;

Passo 5. Agora, na janela “Opções do plano”, expanda a categoria “Bateria” e “Nível de bateria crítica”;

Passo 6. Por padrão, o Windows retém 5% da carga da bateria antes de hibernar. Se ela estiver em boas condições, você pode diminuir essa reserva para algo entre 2 e 3%, prolongando em alguns minutos a autonomia;

Passo 7. Por fim, quando fizer a mudança, não se esqueça de pressionar “OK” e clicar em “Salvar alterações”.

Pronto! Dessa forma, é possível extrair o máximo da bateria e ficar mais algum tempo longe da tomada. O procedimento, no entanto, não é recomendado se a bateria do seu notebook estiver comprometida, pois o nível de carga reserva nem sempre pode ser determinado de forma correta, o que fará com que o computador desligue antes que o Windows consiga hibernar.

Fonte: Info.

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Dec 05

Softwares antivírus são tão ineficazes na detecção de novas ameaças de malware atualmente, que a maioria das empresas está provavelmente desperdiçando seu dinheiro comprando esse tipo de produto. Ao menos é o que conclui um estudo feito pela empresa de segurança Imperva.

Relatórios questionando a proteção oferecida pelos antivírus tornaram-se um tema recorrente entre os pesquisadores nos últimos tempos. Por isso, o estudo “Assessing the Effectiveness of Anti-Virus Solutions”, realizada pela Imperva em parceria com a Universidade de Tel Aviv, é apenas mais um motivo para adicionar à coleção de reclamações.

A equipe rodou uma coleção de 82 novos tipos de malware no VirusTotal, um sistema que verifica os arquivos em cerca de 40 produtos antivírus diferentes – e a taxa inicial de detecção foi de um zero surpreendente.

A empresa, então, realizou a mesma varredura em intervalos de uma semana, para ver se a detecção melhorava ao longo do tempo e descobriu que mesmo os produtos com o melhor desempenho levaram pelo menos três semanas para adicionar uma amostra previamente não-detectada em seus bancos de dados.

Em todos os produtos, 12 arquivos que foram mal detectados, enquanto que novas ameaças passaram despercebidas pela metade dos softwares analisados quando realizadas varreduras em datas posteriores. Em algumas detecções, os arquivos foram simplesmente marcados como “malware não classificado”, uma definição que prejudica a eficácia da remoção.

É difícil dizer quais produtos individualmente foram melhores a partir deste estudo (os leitores podem julgar por si mesmos no site da Imperva), mas não apareceu qualquer conexão entre popularidade e eficácia.

Mais notavelmente, os pesquisadores da Imperva acabam recomendando dois produtos antivírus gratuitos: Avast e Emisoft, como os “mais ideais” dentre os analisados. O McAfee também foi considerado aceitável.

E com relação às empresas?

De acordo com a Imperva, organizações continuam a comprar licenças para softwares antivírus, porque é o que a legislação de vários países manda. Essa obrigatoriedade deveria permitir que empresas adquirissem produtos gratuitos, para que elas pudessem investir em outras formas de segurança, sugeriu a Imperva.

“Para ser claro, não recomendamos eliminar a utilização do software antivírus. O que recomendamos, no entanto, é reequilibrar e modernizar a segurança, investindo em soluções que impeçam as ameaças de hoje”, disse o relatório.

Usando dados da Gartner, a Imperva disse que softwares antivírus consumiram cerca de um terço do gasto total em segurança, um investimento injustificado pelo retorno que se tem. “Nós não podemos continuar a investir bilhões de dólares em soluções antivírus que proporcionam a ilusão de segurança, especialmente quando soluções gratuitas superam assinaturas pagas”, comentou o CTO da Imperva, Amichai Shulman.

Administradores podem igualmente salientar que programas antivírus gratuitos são destinados a consumidores e raramente oferecem o tipo de capacidade de gerenciamento e desenvolvimento de que negócios necessitam.

Em agosto, a NSS Labs apontou que muitos produtos antivírus não foram capazes de bloquear ataques de malwares que exploravam duas vulnerabilidades da Microsoft, corrigidas semanas antes.

Ao longo dos anos, uma variedade de novas tecnologias têm sido empregadas para melhorar a segurança antivírus. Pelo menos a startup ZeroVulnerabilityLabs lançou uma versão beta de um plug-in que abandona por completo a detecção de malwares em favor de simplesmente bloquear as falhas do software exploradas por malwares para ganhar o controle de computadores.

Fonte: idgnow

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Nov 29

A Fundação Procon-SP divulgou, nesta terça-feira, uma lista com 200 sites que devem ser evitados pelos consumidores na hora de fazer uma compra online. Segundo o Procon-SP, esses sites foram denunciados à Fundação principalmente pela falta de entrega dos produtos comprados, e pela ausência de respostas aos consumidores sobre os problemas.

Na listagem, que pode ser acessada no site do Procon-SP, os consumidores podem verificar o domínio das lojas com reclamações junto à Fundação, além do CPF/CNPJ relacionado ao estabelecimento. Os usuários também podem se informar quanto a data de inclusão do site e se ele ainda está no ar.

Segundo Paulo Arthur Góes, diretor executivo do Procon-SP, em muitos casos, “esses fornecedores virtuais não são localizados, inclusive no rastreamento feito no banco de dados de órgãos como Junta Comercial, Receita Federal e Registro BR, responsável pelo registro de domínios no Brasil”.

Ainda de acordo com Góes, com a impossibilidade de localizar os fornecedores, cria-se uma inviabilidade de se encontrar os responsáveis e resolver os problemas apresentados pelos consumidores. Ele destaca, ainda, que a grande quantidade de comércios eletrônicos com intenções duvidosas criados a cada dia é preocupante, pois, muitas vezes, mesmo depois de descobertos, continuam no ar lesando as pessoas.

O diretor afirma que os casos são denunciados “ao Departamento de Polícia e Proteção a Pessoa (DPPC) e ao Comitê Gestor da Internet (CGI), que controla o registro de domínios no Brasil, mas, o mais importante é que o consumidor consulte essa lista, antes de fechar uma compra pela Internet, para evitar o prejuízo”.

Fonte: Procon-SP

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